Em 2 de fevereiro de 2026, os governos do Brasil, Chile e México apresentaram formalmente a candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de Secretária-Geral da ONU. Bachelet, ex-Presidenta do Chile, já atuou como Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos e Diretora Executiva da ONU Mulheres. De acordo com informações do Itamaraty, essa candidatura reflete a vontade dos países de fortalecer o sistema multilateral.
Por que Bachelet é a escolha ideal?
A candidatura de Bachelet é vista como uma oportunidade para dotar a ONU de uma liderança com experiência comprovada e legitimidade internacional. Sua capacidade de facilitar o diálogo e seu compromisso com os valores fundamentais das Nações Unidas são destacados como contribuições importantes para uma organização mais eficaz.
“A ampla experiência da ex-Presidenta Bachelet na condução de processos políticos complexos, sua reconhecida capacidade de facilitar o diálogo e seu compromisso com os valores fundamentais das Nações Unidas constituem uma contribuição substantiva para avançar em direção a uma Organização mais eficaz, representativa e orientada para o bem-estar das pessoas.”
Qual é o contexto internacional atual?
O cenário internacional é de grande complexidade, e a ONU permanece como o principal espaço para diálogo e soluções coletivas em questões de paz, segurança, desenvolvimento sustentável e direitos humanos. Os países reafirmam seu compromisso com o multilateralismo como pilar para uma governança global baseada na cooperação.
“Reafirmamos nosso compromisso com o multilateralismo como pilar fundamental para uma governança global baseada na cooperação internacional e no respeito à autodeterminação dos povos.”
- Fortalecimento do sistema multilateral
- Liderança com experiência e legitimidade
- Compromisso com os valores da ONU
