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IndraMind chega ao Brasil com foco em cibersegurança e segurança pública

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O Grupo Indra anunciou o lançamento da IndraMind no Brasil durante a LAAD Security 2026, realizada na terça-feira, 14 de abril, em São Paulo. A nova divisão foi apresentada como um negócio voltado à cibersegurança e à ciberdefesa, com uso de inteligência artificial em uma plataforma unificada para proteção de infraestruturas físicas e digitais, com foco em segurança pública. De acordo com informações do IT Forum, a proposta reúne diferentes tecnologias já desenvolvidas pela companhia para ampliar a capacidade de prevenção e resposta a ameaças.

A empresa afirmou que a nova unidade foi estruturada para oferecer gerenciamento híbrido a partir de uma visão integrada de segurança e defesa. Segundo o texto original, a IndraMind combina competências anteriores da Indra em áreas como cibersegurança, ciberdefesa, guerra eletrônica, inteligência artificial, plataformas autônomas, gestão de dados e sistemas de comando e controle.

O que a IndraMind reúne na operação anunciada no Brasil?

Na apresentação feita em São Paulo, a companhia descreveu a IndraMind como uma plataforma que conecta diferentes frentes tecnológicas em uma única operação. A proposta, segundo a empresa, é integrar recursos voltados à proteção de ambientes físicos e digitais, especialmente em contextos relacionados a infraestrutura crítica, cidades e territórios.

Entre os elementos citados no anúncio estão:

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  • cibersegurança;
  • ciberdefesa;
  • guerra eletrônica;
  • inteligência artificial;
  • plataformas autônomas, como drones e anti-drones;
  • gestão de dados;
  • sistemas de comando e controle.

A companhia sustenta que essa integração permitiria consolidar informações e ampliar a coordenação entre diferentes camadas operacionais. O texto divulgado também menciona a conexão entre tecnologia da informação, conhecida como TI, e tecnologia operacional, ou OT, em uma interface de gestão integrada.

Como a empresa descreve o cenário de risco para infraestruturas críticas?

No comunicado citado pela reportagem original, Guilherme Solleiro, gerente-geral do Indra Group no Brasil, relacionou o lançamento ao avanço de ameaças híbridas e a riscos classificados como complexos. Segundo ele, esse contexto afeta infraestruturas críticas, cidades e territórios, o que embasa o posicionamento da companhia no mercado brasileiro.

“A nova unidade integra dados, inteligência artificial e capacidades de integração e orquestração avançadas para antecipar cenários, apoiar decisões estratégicas e responder com agilidade e eficácia aos desafios atuais de segurança”.

A fala foi atribuída ao executivo em comunicado da empresa reproduzido pela publicação. No material, a Indra apresenta a nova divisão como uma frente orientada à antecipação de incidentes, mitigação de impacto e continuidade operacional de estruturas consideradas sensíveis.

Quais dados foram usados pela companhia para contextualizar a oportunidade de negócios?

Para ilustrar o mercado em que pretende atuar, a empresa mencionou números da Associação Brasileira das Empresas de Software, a Abes. De acordo com os dados citados no texto, o Brasil registrou 315 bilhões de tentativas de ataque em 2025, o equivalente a 84% do volume apontado para a América Latina.

A referência apresentada pela companhia indica que essas tentativas se concentraram em infraestruturas críticas ligadas aos setores financeiro, de saúde, de telecomunicações e em órgãos governamentais. A partir desse cenário, a empresa argumenta que há espaço para soluções integradas voltadas à prevenção, monitoramento e resposta a ocorrências cibernéticas e operacionais.

No anúncio, a IndraMind foi descrita como um “sistema nervoso” operacional capaz de conectar o mundo físico e os ambientes digitais. Segundo a empresa, a integração buscaria antecipar incidentes, reduzir impactos, conter efeitos em cascata e manter infraestruturas em funcionamento sem interrupções.

O lançamento da divisão no Brasil foi apresentado, portanto, como um movimento de expansão da atuação do grupo em um segmento associado à proteção de serviços essenciais e à segurança pública. A reportagem original não informa detalhes sobre contratos, clientes, valores ou cronograma de implementação da nova unidade no país.

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