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Hezbollah aparece em apurações sobre lavagem de dinheiro ligada ao INSS

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A investigação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS apontou que uma mesma infraestrutura financeira clandestina usada para desviar dinheiro de aposentados e pensionistas brasileiros teria sido compartilhada com organizações terroristas internacionais, entre elas o Hezbollah. A informação foi publicada neste sábado, 18 de abril de 2026, em texto reproduzido por O Antagonista com base em reportagem de Clarita Maia na revista Crusoé. De acordo com informações do O Antagonista, a conexão aparece em investigações simultâneas conduzidas pela Polícia Federal e relacionadas a empresas de fachada, instituições financeiras e operações de câmbio e criptoativos.

Segundo o texto original, o grupo libanês não surge como elemento periférico no caso, mas como um elo que atravessa diferentes frentes investigativas. A reportagem afirma que essa rede se conecta à estrutura de empresas de fachada articulada em torno da ARPAR, empresa controlada por Rodrigo Moraes, associado a Antônio Carlos Camilo Antunes, citado como “Careca do INSS”.

Como o Hezbollah é citado nas investigações mencionadas pela reportagem?

O material informa que investigadores identificaram três pontos de contato concretos entre o Hezbollah e o esquema de lavagem ligado ao INSS. Esses pontos teriam surgido a partir do cruzamento de apurações sobre movimentações financeiras, uso de instituições intermediárias e operações investigadas pela Polícia Federal.

De acordo com a publicação, os três pontos citados são os seguintes:

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  • o BK Bank e a Wave Intermediações, apontados como instituições que serviam simultaneamente à rede ARPAR e ao crime organizado investigado na Operação Carbono Oculto;

  • a fintech 2GO Bank, identificada em transações da rede ARPAR e também em investigações de lavagem de dinheiro para o PCC e o Hezbollah;

  • a Operação Colossus, descrita como uma ação que desarticulou um esquema que movimentou R$ 61 bilhões por meio de operações ilegais de câmbio e criptoativos.

Quais empresas e operações são destacadas no caso?

A reportagem também afirma que, dentro desse circuito, a APS Soluções Digitais surgiu como um “banco do crime”. Como essa expressão aparece entre aspas no texto original, ela foi atribuída à própria reportagem reproduzida pelo portal.

“banco do crime”

Segundo o conteúdo publicado, somente em 2022 os créditos em contas da APS Soluções Digitais teriam alcançado R$ 1,2 bilhão em mais de seis mil transações. O trecho disponibilizado, porém, não detalha no material reproduzido o destino final da maior parte desses valores, pois o texto remete o leitor à continuação da reportagem na Crusoé.

O que a reportagem aponta sobre o alcance desse tipo de rede financeira?

O texto sustenta que a conexão entre o esquema investigado no INSS, o crime organizado e o Hezbollah refletiria uma mudança na dinâmica do crime transnacional. Segundo a reportagem, fronteiras entre terrorismo político e criminalidade com motivação econômica teriam se tornado menos nítidas ao longo das últimas décadas.

Como o conteúdo disponível é um resumo da reportagem original, não há, no trecho fornecido, detalhes adicionais sobre eventuais acusações formais, manifestações das empresas citadas ou desdobramentos judiciais. Assim, a informação publicada se limita ao que foi atribuído à investigação da CPMI do INSS e às operações da Polícia Federal mencionadas no texto reproduzido por O Antagonista.

A matéria original ainda indica que a continuidade da apuração foi publicada pela revista Crusoé. No recorte reproduzido, o foco está na descrição dos elos financeiros supostamente compartilhados entre a rede investigada no caso do INSS e estruturas já analisadas em investigações sobre lavagem de dinheiro e crime transnacional.

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