Pedro Sánchez, presidente do Governo da Espanha, anunciou que o Conselho de Ministros desclassificará documentos relacionados ao golpe de Estado do 23F nesta terça-feira. De acordo com informações da EFE, Sánchez destacou que essa ação “se salda uma dívida histórica com a cidadania”.
Por que desclassificar agora?
O presidente afirmou em suas redes sociais que “as democracias devem conhecer seu passado para construir um futuro mais livre”. A desclassificação será efetivada na quarta-feira, com a publicação no Boletim Oficial do Estado, tornando os documentos acessíveis no site oficial de Moncloa.
Quais são as reações políticas?
A decisão gerou reações diversas. A porta-voz do PP no Congresso, Ester Muñoz, considerou a medida uma “cortina de fumaça”.
“Vamos a cortina de fumaça ao dia. Se cumprem os passos do colapso total”, afirmou Muñoz.
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Já Jordi Turull, do Junts, classificou os documentos como “arqueologia política” e pediu a desclassificação de informações sobre “as cloacas do Estado” e os atentados de 2017. Maribel Vaquero, do PNV, solicitou que a desclassificação do 23F seja seguida por outras, como a do caso Zabalza.



