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Google Cloud quer liderar mercado de nuvem no Brasil sob gestão de Milena Leal

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Google Cloud quer se tornar a principal provedora de nuvem no Brasil e a parceira preferencial das empresas para discutir transformação com inteligência artificial ao longo de 2026. A estratégia é conduzida por Milena Leal, gerente-geral da operação brasileira desde outubro de 2025, com foco em uma atuação segmentada por indústria, ampliação do ecossistema local e aproximação com clientes para resolver problemas de negócio, segundo relato da própria executiva.

De acordo com informações do IT Forum, a empresa estabeleceu para 2026 a meta de liderar o mercado brasileiro de nuvem e se posicionar como principal parceira em estratégias de IA no país. O movimento ocorre em um contexto de expansão desse mercado e de disputa com concorrentes globais como AWS e Microsoft.

Qual é a meta da Google Cloud no Brasil?

A ambição declarada pela companhia para 2026 vai além de crescer em participação no mercado de infraestrutura em nuvem. A meta também inclui ocupar um lugar central nas conversas com empresas sobre transformação digital baseada em IA, em um momento em que muitas organizações ampliam investimentos, mas ainda enfrentam dúvidas sobre retorno financeiro e velocidade de adoção.

O texto original cita um estudo da consultoria Canalys segundo o qual a Google Cloud foi a terceira maior provedora de nuvem do mundo no ano passado, com 11% do mercado global. À frente estavam a AWS, com 32%, e a Microsoft, com 22%.

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Como Milena Leal diz que pretende conduzir essa estratégia?

Milena Leal completou seis meses no comando da operação brasileira em abril de 2026. Desde que assumiu o cargo, sua atuação tem sido direcionada a conhecer novas frentes de trabalho e a preparar a equipe para um ambiente que ela descreve como dinâmico e desafiador.

“Quando assumi essa posição, meu desejo inicial era imprimir a minha marca, trazendo energia, garra e conectando a nossa tecnologia ao propósito dos clientes. Viemos de um ano muito duro, 2025, e eu queria motivar o time, entender os medos e os desafios, para mostrar que é possível criar caminhos e trabalhar de maneira leve”

Segundo a executiva, a companhia aposta em uma estratégia segmentada por setor econômico, com pacotes direcionados para cada indústria. A proposta, de acordo com o relato, é oferecer valor mais claro e um retorno ao investimento mais rápido e tangível para os clientes.

“Se daqui seis meses o caminho traçado não for o melhor para atingir os objetivos do ano, faremos a correção de rota. Trabalhar a mentalidade com a equipe é fundamental nesse momento, para que estejamos preparados para mudanças constantes”

Quais desafios do mercado a empresa diz enfrentar?

O cenário descrito no texto inclui aumento dos investimentos em IA, mas também insegurança de empresas diante da velocidade das mudanças tecnológicas. Outro ponto citado é a crise de memórias, que afeta a cadeia global de fornecedores e adiciona incertezas às entregas.

O material também menciona dados da Sky.One, segundo os quais a migração para nuvem deve crescer 276% entre 2020 e 2026, alcançando US$ 448,34 bilhões neste ano.

Na avaliação de Milena Leal, um dos obstáculos mais relevantes no Brasil é a resistência a experimentar novas tecnologias, comportamento que ela afirma perceber com maior frequência em segmentos como manufatura e agronegócio. Em contrapartida, ela cita setores que considera mais propensos à adoção de IA:

  • varejo
  • finanças
  • saúde
  • bens de consumo

“Algumas indústrias estão mais propensas à adoção de IA do que outras, como varejo, finanças, saúde e bens de consumo. Ao mostrar quem já está usando, quem saiu na frente e como superou os obstáculos, as barreiras caem. A recomendação é não testar iniciativas pequenas, mas selecionar aquelas que realmente tragam impacto”

Que iniciativas a Google Cloud expandiu no país?

Como parte da estratégia no Brasil, a Google Cloud vem ampliando seu ecossistema local desde o ano passado. Entre as iniciativas mencionadas estão a inauguração do Cloud Space, em agosto de 2025, e a expansão do programa Startup Hub, voltado ao apoio de startups com crédito e capacitação.

Criado em São Paulo em 2024, o Startup Hub chegou a Belo Horizonte, Recife, Curitiba e Salvador em 2025. Para este ano, a previsão informada no texto é de novas passagens por Belo Horizonte, além de Porto Alegre, Florianópolis e Belém.

Ao justificar a relevância do país, Milena Leal afirma que o Brasil tem peso expressivo para a operação latino-americana da empresa e que movimentos realizados localmente influenciam os resultados regionais. Segundo ela, iniciativas conduzidas no mercado brasileiro também vêm sendo observadas de perto por executivos globais da companhia.

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