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Força Municipal registra 807 abordagens no primeiro mês de atuação no Rio

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A Força Municipal completou o primeiro mês de atuação no policiamento ostensivo da cidade do Rio de Janeiro com 807 abordagens, 215 conduções a delegacias e 116 registros de ocorrência. Os dados foram apresentados nesta terça-feira, 14, durante reunião do Compstat Rio no Centro de Operações Rio. De acordo com informações do iG, a corporação está nas ruas desde 15 de março e atua em áreas com maior incidência de furtos e roubos, com foco em policiamento preventivo e ostensivo.

Segundo o secretário de Segurança Urbana, Brenno Carnevale, o trabalho da Força Municipal é orientado por análise de dados e pela chamada mancha criminal, com presença concentrada em pontos considerados estratégicos. O balanço também destacou o uso de câmeras corporais, que somaram mais de 27 mil horas de gravações no período, de acordo com o relatório apresentado pela prefeitura.

Quais números foram apresentados no primeiro balanço?

O relatório divulgado no encontro apontou os principais indicadores do primeiro mês de operação da Força Municipal. Desde o início das atividades, em 15 de março, a corporação registrou:

  • 807 abordagens
  • 215 conduções a delegacias
  • 116 registros de ocorrência
  • mais de 27 mil horas de gravações por câmeras corporais

Na apresentação, Brenno Carnevale afirmou que os resultados refletem uma atuação direcionada por dados. Em fala reproduzida pelo texto original, o secretário declarou:

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“A Força Municipal tem atuado no lugar certo, na hora certa e da forma correta, com base na mancha criminal e em uma atuação proativa dos agentes”

As ações foram concentradas, neste primeiro mês, em quatro regiões da capital fluminense: Jardim de Alah, região da Rodoviária do Rio e Terminal Gentileza, Avenida Presidente Vargas até a Cinelândia e, desde o último domingo, 12, o calçadão de Campo Grande.

Como a prefeitura definiu as áreas atendidas?

De acordo com a reportagem, a estratégia prevê permanência mínima de 90 dias em cada área atendida. A proposta, segundo a prefeitura, é permitir a avaliação dos resultados e realizar ajustes operacionais com base em indicadores de criminalidade.

Com esse modelo, a administração municipal anunciou a expansão da atuação para a Tijuca, na Zona Norte do Rio. O novo perímetro abrangerá a região da Praça Afonso Pena e da Rua São Francisco Xavier, com início previsto para 26 de abril.

Após a parte aberta da reunião, Carnevale explicou a escolha do bairro como próximo ponto de operação. Segundo a declaração reproduzida na reportagem, a decisão foi baseada na incidência de crimes patrimoniais em áreas de circulação intensa.

“A Tijuca apresenta uma mancha criminal relevante de furtos e roubos, especialmente em regiões com grande circulação de pessoas, como áreas próximas ao comércio e estações de transporte”

Qual é o papel da tecnologia nessa operação?

Um dos pontos enfatizados no balanço foi o uso de tecnologia pela Força Municipal. Segundo o relatório, as câmeras corporais dos agentes produziram mais de 27 mil horas de gravações no primeiro mês. De acordo com a prefeitura, esse material serve tanto para o controle da atuação dos guardas quanto para a produção de provas em investigações e processos judiciais.

O texto também informa que a prefeitura tem atualmente 22 áreas mapeadas como prioritárias para a atuação da Força Municipal. A expansão, segundo a administração municipal, será gradual para contemplar esses pontos sem comprometer o efetivo já empregado nas regiões atendidas.

Com isso, o primeiro balanço da Força Municipal reúne dados operacionais, definição de permanência mínima nos territórios e a próxima etapa de ampliação para a Tijuca. O modelo apresentado pela prefeitura combina presença ostensiva, análise de indicadores e uso de equipamentos de monitoramento nas áreas consideradas prioritárias.

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