A Coordenadoria Nacional de Câmaras Especializadas de Engenharia Química pretende valorizar uma fiscalização mais preventiva e orientada por evidências em 2026. De acordo com informações do Confea, o coordenador Ricardo A. B. Biffi destacou a importância do rigor técnico e da promoção de soluções seguras e eficientes.
Quais são os objetivos da coordenadoria?
O coordenador adjunto, Jardel Dantas da Cunha, e Biffi pretendem mostrar o papel essencial da modalidade no desenvolvimento tecnológico e na sustentabilidade. Biffi afirmou que “as demandas em segurança de processos, tecnologias industriais, saneamento, tratamento de água, engenharia de alimentos, têxtil, petroquímica e materiais energéticos evidenciam a relevância da engenharia”.
Como a fiscalização será aprimorada?
Durante o 15º Encontro de Líderes do Sistema Confea/Crea, encontro do sistema profissional que reúne representantes do Conselho Federal e dos conselhos regionais, foi discutida a incorporação de novas tecnologias e soluções inovadoras. Como o texto trata de metas para 2026 e foi publicado em 23 de fevereiro de 2026, o evento foi mencionado sem data específica no material original. Biffi disse que a coordenadoria busca “fortalecer o técnico e metodológico da fiscalização, incentivando a incorporação de ferramentas digitais, inteligência de dados e critérios técnicos cada vez mais objetivos e padronizados”.
Qual é a estratégia para atrair jovens para a engenharia?
A coordenadoria também está preocupada com a queda no interesse pela engenharia entre os jovens. Biffi destacou a necessidade de “ampliar a aproximação entre o Sistema Confea/Crea, as universidades e o setor produtivo”, além de fortalecer programas de valorização profissional.
Qual legado a coordenadoria pretende deixar?
O legado pretendido é o fortalecimento técnico e institucional da modalidade, com a valorização das atribuições profissionais e a consolidação de uma atuação estratégica da engenharia. Biffi enfatizou a importância de “decisões mais consistentes, maior segurança jurídica e reconhecimento do papel essencial dos profissionais”.



