Edegar Pretto, ex-presidente da Conab, afirmou nesta quinta-feira, 16 de abril de 2026, que aceitou ser candidato a vice-governador do Rio Grande do Sul na chapa liderada por Juliana Brizola, do PDT. A decisão, segundo ele, foi tomada após conversas com dirigentes do PT gaúcho, orientação do diretório estadual e um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com informações do Poder360, o anúncio foi feito por meio de uma carta aberta.
No texto, Pretto disse que aceita compor a chapa sem renunciar às posições que construiu ao longo de sua trajetória política. Ele também afirmou que a aliança busca fortalecer um palanque alinhado ao presidente Lula no Estado e dar mais densidade política à candidatura de Juliana Brizola.
O que Edegar Pretto disse ao aceitar a vaga de vice?
Na carta aberta, o ex-deputado declarou que aceitou a tarefa de disputar o cargo de vice-governador ao lado de Juliana Brizola. O texto reproduzido pela reportagem destaca a justificativa política para a decisão e o esforço de composição entre forças do campo progressista no Rio Grande do Sul.
“Aceito a tarefa de ser candidato a vice-governador do Rio Grande do Sul, na chapa com a candidata Juliana Brizola. Faço isso sem abrir mão de nenhuma das convicções que construí ao longo da minha trajetória. Ao contrário: as reafirmo com ainda mais firmeza”
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Segundo a reportagem, Pretto também relatou que tratou do tema com partidos aliados. O objetivo, de acordo com sua manifestação, é contribuir para a formação de um palanque que represente o presidente Lula no Estado e amplie a sustentação política da candidatura pedetista.
Como ficou a posição do PT na eleição ao governo gaúcho?
A direção nacional do PT já havia definido apoio à pré-candidatura de Juliana Brizola ao governo do Rio Grande do Sul. Conforme o texto original, a decisão foi tomada pelo Grupo de Trabalho Eleitoral do partido em reunião realizada em 7 de abril.
Com a composição, o PT deixará de apresentar candidatura própria ao Palácio Piratini nesta disputa. De acordo com a publicação, será a primeira vez que o partido não terá um nome próprio concorrendo ao governo gaúcho.
- Edegar Pretto afirmou que aceitou ser vice de Juliana Brizola;
- a decisão ocorreu após conversas com lideranças do PT gaúcho;
- segundo ele, houve orientação do diretório estadual;
- Pretto também citou um pedido do presidente Lula;
- o PT nacional já havia decidido apoiar a pré-candidatura do PDT no Estado.
Qual é o contexto político da aliança entre PT e PDT no Rio Grande do Sul?
A articulação relatada por Pretto ocorre dentro de uma estratégia de aliança partidária para a eleição estadual de 2026. No texto, ele defende um compromisso com o campo progressista e sustenta que sua entrada na chapa pode agregar força política à candidatura encabeçada por Juliana Brizola.
A reportagem informa ainda que o ex-presidente da Conab apresentou a decisão como resultado de diálogo interno e de construção conjunta com aliados. Nesse contexto, a aliança entre PT e PDT no Estado passa a ser o arranjo definido para a disputa ao governo, com Juliana Brizola na cabeça de chapa e Edegar Pretto na vice.