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Donald Trump é retirado às pressas de jantar após tiros; atirador é preso

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi evacuado às pressas do jantar anual de correspondentes da Casa Branca, no hotel Washington Hilton, na noite deste sábado, 25. A retirada imediata da liderança norte-americana ocorreu após disparos de arma de fogo serem ouvidos nas proximidades do salão onde o evento de gala estava sendo realizado. O autor dos tiros foi detido pelas forças táticas em um perímetro de segurança e preso pelo FBI, enquanto um agente do Serviço Secreto ficou ferido durante a ação de resposta.

De acordo com as informações detalhadas publicadas pelo Estadão e a confirmação registrada pelo portal UOL, a ocorrência gerou um ambiente de pânico imediato entre os jornalistas, convidados e membros do alto escalão do governo que se reuniam para a tradicional celebração anual. A resposta das autoridades precisou ser contundente para evitar um cenário de maior gravidade no perímetro do hotel.

Como se desenrolou a ação de segurança e a evacuação?

O evento jornalístico e político havia começado há cerca de cinco minutos. A cerimônia contava, naquele exato momento, com um discurso conduzido por Waijia Jiang, correspondente sênior da emissora CBS News na Casa Branca. Foi neste instante inicial da programação formal que a ameaça se concretizou com barulhos de tiros perto do salão.

Assim que os estrondos dos disparos ecoaram pela estrutura do hotel Washington Hilton, o protocolo de emergência e proteção do Serviço Secreto norte-americano foi acionado de forma ostensiva. Agentes federais e outras autoridades invadiram rapidamente o salão principal para garantir a integridade física dos presentes. Diante da ameaça ainda não completamente mapeada, a orientação para as centenas de convidados foi a de buscar cobertura imediata. A cena descrita nas reportagens relata que as pessoas precisaram se abaixar e se esconder debaixo das mesas dispostas para o banquete.

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O clima de alta tensão foi acompanhado por comandos incisivos das forças de segurança, que tentavam abrir caminho em meio à aglomeração para evacuar as autoridades. Durante a operação de resgate e varredura, vozes de comando sobressaíram no ambiente, ordenando espaço aos civis:

Saiam da frente, senhor!

Além desse comando ríspido e específico, outros gritos pediam veementemente que todos no salão permanecessem abaixados e devidamente protegidos, evidenciando o nível de criticidade e risco iminente identificado pelas equipes táticas que realizavam o cerco de defesa.

O que aconteceu com a comitiva presidencial americana?

A prioridade máxima e absoluta do Serviço Secreto em eventos desta natureza é a proteção do chefe de Estado. Por isso, dezenas de agentes de segurança, operando com armas de fogo em punho, surgiram de prontidão no palanque principal. Sem qualquer hesitação, o presidente Donald Trump e a primeira-dama, Melania Trump, foram rapidamente cercados pela equipe de proteção próxima e escoltados para fora da zona de perigo de maneira acelerada. A programação original do jantar de gala previa que Trump realizaria um discurso para os repórteres e convidados mais tarde naquela noite.

Após a operação de retirada tática ser concluída com êxito e a comitiva alcançar as instalações de segurança reforçada, o presidente dirigiu-se à nação e à imprensa. Em um pronunciamento oficial realizado já nas dependências controladas da Casa Branca, Trump fez questão de atestar e tranquilizar o público sobre a integridade física das principais figuras da República que haviam comparecido ao hotel Washington Hilton.

A primeira-dama, assim como o vice-presidente e todos os membros do gabinete, estão em perfeitas condições.

Qual é o balanço da operação e o estado das vítimas?

No aspecto operacional, a resposta conjunta das diversas esferas das forças da lei conseguiu neutralizar a ameaça antes que o responsável adentrasse o ambiente interno onde o jantar de jornalistas acontecia. A agência federal de investigação norte-americana, o FBI, assumiu o caso e confirmou oficialmente que o atirador responsável por provocar o caos foi interceptado de forma rápida. Ele foi contido dentro de um dos perímetros de segurança montados ao redor do hotel, sendo imobilizado e levado sob prisão pelos agentes em campo.

Para delinear o saldo do atentado e da operação de socorro subsequente, a consolidação dos fatos apurados pelos veículos de imprensa destaca os seguintes desdobramentos:

  • O autor dos disparos foi capturado em um anel de segurança externo, sem conseguir acessar o salão, e foi preso por agentes federais.
  • Não houve nenhum registro ou notificação oficial de jornalistas, repórteres fotográficos ou convidados civis feridos no momento dos tiros e do tumulto da evacuação.
  • Donald Trump, Melania Trump, o vice-presidente dos Estados Unidos e os demais secretários de gabinete saíram totalmente ilesos da ocorrência.
  • Apesar do sucesso na proteção das lideranças, um agente tático do Serviço Secreto norte-americano sofreu ferimentos em decorrência do estopim do conflito.

Sobre a baixa registrada nas forças de segurança, o próprio mandatário norte-americano relatou o fato durante sua fala em Washington. Dados complementares apurados e divulgados pela rede de televisão CNN informaram que o oficial de proteção ferido precisou de socorro médico urgente, sendo imediatamente transportado por uma ambulância para uma unidade hospitalar da região. Até a conclusão e publicação dos primeiros boletins por parte da imprensa e das autoridades encarregadas da segurança nacional, o quadro clínico e o estado de saúde detalhado deste agente do Serviço Secreto permaneciam completamente desconhecidos pelo público.

Fontes consultadas

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