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Depoimento na CPMI do INSS é interrompido após empresária passar mal

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Na última segunda-feira (23), a empresária Ingrid Pikinskeni negou qualquer conhecimento sobre a origem ilícita dos recursos movimentados em contas e empresas em seu nome, durante depoimento à CPMI do INSS. A sessão foi interrompida após Ingrid passar mal. De acordo com informações da CNN Brasil, Ingrid é esposa de Cícero Marcelino de Souza Santos, apontado como operador financeiro da Conafer, entidade sob investigação por esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.

Qual o envolvimento de Ingrid Pikinskeni?

Ingrid Pikinskeni foi identificada como destinatária de recursos ilícitos oriundos da Conafer. Ela afirmou à CPMI que não tinha ciência da origem do dinheiro e que seu acordo com o marido era de não trabalhar, apenas cuidar dos filhos. Segundo Ingrid, Cícero era o responsável pela gestão das empresas.

“Meu esposo levava bastantes papéis para eu assinar e, como eu confiava nele, eu assinava e ficava em casa”, relatou à CPMI.

Ela ainda expressou sua decepção ao relatar que a Polícia Federal invadiu sua casa, constrangendo sua família.

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Qual a reação dos parlamentares?

Durante o depoimento, Ingrid foi questionada pelo relator Alfredo Gaspar sobre a formação de Cícero. Ela respondeu que o considerava um empresário bem-sucedido, o que gerou risadas entre os parlamentares. Após chorar durante os questionamentos, o presidente da CPMI, Carlos Viana, interrompeu a sessão. Ingrid passou mal no intervalo e não retornou para continuar seu depoimento.

Qual a posição da CPMI sobre o andamento das investigações?

O presidente da CPMI, Carlos Viana, manifestou insatisfação com a falta de resposta da presidência do Congresso sobre a extensão do prazo das investigações. Ele mencionou a possibilidade de recorrer ao STF para garantir mais tempo para os trabalhos. Viana criticou a decisão do ministro André Mendonça, que desobrigou o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, de comparecer para depor.

“Eu estou com a Advocacia do Senado recorrendo dessa decisão. Para que o ministro [André Mendonça] reveja [a decisão] e Vorcaro seja obrigado a comparecer na nossa CPMI”, afirmou.

Fonte original: CNN Brasil



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