A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) manifestou seu apoio à aprovação do projeto de lei Antifacção, conforme aprovado pelo Senado. O projeto, que busca fortalecer o combate às organizações criminosas, está previsto para ser votado novamente na Câmara dos Deputados nesta semana. De acordo com informações da Veja, a ADPF destacou que a versão aprovada pelos deputados já possuía uma base sólida, que foi aprimorada pelos senadores com a inclusão de novas ferramentas investigativas e ações que visam diretamente a estrutura econômica das facções.
Quais são os principais pontos defendidos pela ADPF?
Um dos principais pontos defendidos pela ADPF é a destinação dos recursos confiscados de organizações criminosas exclusivamente para o Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (Funapol). A associação enfatiza que o endurecimento das medidas patrimoniais é uma estratégia central para desarticular facções e reduzir a capacidade de atuação desses grupos.
“A associação reforça ainda que o endurecimento de medidas patrimoniais é estratégia central para desarticular facções e reduzir a capacidade de atuação desses grupos”,
diz a nota divulgada pela ADPF.
Qual foi a posição anterior da ADPF sobre o projeto?
No ano passado, a ADPF havia criticado uma das primeiras versões do projeto apresentadas pelo relator na Câmara, Guilherme Derrite (PP-SP). A entidade considerava que a proposta inicial não atendia plenamente às necessidades de combate às organizações criminosas. No entanto, com as modificações introduzidas pelo Senado, a associação acredita que o projeto agora possui as ferramentas necessárias para enfrentar efetivamente o crime organizado no Brasil.
Fonte original: Veja


