A crise no Golfo tem acelerado o uso de Omã como alternativa logística na região, pressionando o transporte marítimo e reorganizando rotas comerciais no Oriente Médio. Em 29 de março de 2026, o movimento ganhou atenção em meio ao impacto potencial sobre cadeias globais de suprimento, incluindo o comércio exterior brasileiro, já que oscilações em fretes e prazos podem afetar importações e exportações que dependem de rotas marítimas internacionais.
Omã, país da Península Arábica com saída para o mar da Arábia e fora do estreito de Ormuz, tem sido visto como uma opção logística relevante em momentos de tensão no Golfo. O estreito de Ormuz é uma das principais passagens do comércio mundial de petróleo e derivados, o que ajuda a explicar por que mudanças operacionais na região repercutem além do Oriente Médio.



