Copa do Mundo 2026 terá IA e dados como padrão dentro e fora de campo - Brasileira.News
Início Esportes Copa do Mundo 2026 terá IA e dados como padrão dentro e...

Copa do Mundo 2026 terá IA e dados como padrão dentro e fora de campo

0
4

A Copa do Mundo de 2026, que começa em 11 de junho nos Estados Unidos, México e Canadá, deve marcar uma ampliação do uso de inteligência artificial, sensores e análise de dados no futebol. Segundo o texto original, esses recursos serão aplicados na arbitragem, na preparação dos atletas, nas decisões táticas durante as partidas e também na experiência oferecida aos torcedores, tanto nas transmissões quanto nos estádios. De acordo com informações do IT Forum, o torneio é apresentado como o mais tecnológico já realizado.

No material publicado pelo veículo, o professor e palestrante Kenneth Corrêa, da Fundação Getulio Vargas, afirma que o futebol passou a operar com base em dados processados em tempo real a partir de múltiplas fontes. A reportagem destaca que esse movimento altera não apenas a forma de interpretar lances, mas também a maneira como equipes técnicas acompanham desempenho, condicionamento físico e comportamento tático ao longo das partidas.

Como a IA será usada na arbitragem da Copa do Mundo 2026?

Um dos exemplos citados é a bola da competição, que terá chip de IA e sensor de movimento de 500 Hz embutido. De acordo com o texto, ela enviará em tempo real informações como posição, rotação e impacto da chuteira para as equipes de arbitragem. Esses dados serão combinados com sistemas de rastreamento óptico operados com múltiplas câmeras.

Kenneth Corrêa afirmou, em comunicado reproduzido pela reportagem:

— Publicidade —
Google AdSense • Slot in-article

“O futebol se tornou altamente orientado por dados, com informações sendo processadas em tempo real a partir de múltiplas fontes”.

Em outro trecho, ele acrescenta:

“O cruzamento desses dados permite a operação de tecnologias como o impedimento semiautomático, que reduz o tempo de análise de lances e padroniza decisões”.

Segundo a reportagem, o sistema de rastreamento óptico da FIFA utiliza 16 câmeras instaladas sob o teto dos estádios e consegue captar 29 pontos do corpo de cada jogador até 50 vezes por segundo. Combinado aos sensores da bola, o sistema pode gerar alertas quase instantâneos. Ainda assim, o texto ressalta que a decisão final sobre a interpretação das regras continua sob responsabilidade humana.

O que muda para comissões técnicas e jogadores?

Fora das quatro linhas, a reportagem informa que as comissões técnicas terão acesso a plataformas capazes de analisar padrões de jogo, passes e ocupação de espaços em tempo quase real. A proposta é permitir ajustes táticos durante a própria partida a partir de dados atualizados continuamente, em contraste com modelos mais dependentes de observação direta.

O texto também cita o uso de sensores acoplados aos equipamentos dos jogadores para monitorar indicadores físicos, como carga muscular e sinais de fadiga. Com isso, as equipes podem antecipar riscos de lesão e embasar decisões sobre substituições e controle de esforço ao longo dos jogos.

  • Chip de IA e sensor de movimento na bola
  • Rastreamento óptico com 16 câmeras nos estádios
  • Captação de 29 pontos do corpo de cada jogador
  • Análise tática em tempo quase real
  • Monitoramento físico para prevenção de lesões

Como a tecnologia deve afetar a experiência do torcedor?

Para quem acompanha de casa, a reportagem aponta que as transmissões devem incorporar gráficos avançados, replays em 3D e recursos de realidade aumentada. Nesse cenário, lances de arbitragem, como os de impedimento, poderão ser exibidos com visualizações automatizadas, substituindo parte dos desenhos manuais tradicionalmente vistos na tela.

Nos estádios, a proposta descrita é de uma experiência mais interativa. O texto relembra um recurso já utilizado na Copa do Catar pelo aplicativo FIFA+, chamado Stadium Experience, que permitia ao torcedor apontar o celular para o gramado para visualizar estatísticas ao vivo, velocidade de atletas e revisões do VAR no aparelho.

Ao mencionar a estrutura de conectividade dos países-sede, Corrêa declarou:

“Na Copa do Catar, por exemplo, o aplicativo FIFA+ introduziu o Stadium Experience, uma funcionalidade de Realidade Aumentada. O torcedor apontava o celular para o gramado e via, sobrepostos na tela, estatísticas ao vivo, a velocidade de um atleta em tempo real e revia os lances do VAR pelo próprio aparelho, reduzindo a incerteza sobre as decisões do árbitro”.

Em seguida, ele afirma:

“Este ano, com a robusta infraestrutura de 5G dos Estados Unidos, México e Canadá, a expectativa é que essa camada de ‘estádio inteligente’ e realidade mista (aumentada + virtual) se torne o padrão absoluto”.

Com base nas informações reunidas pela reportagem, a Copa de 2026 tende a consolidar tecnologias que já vinham sendo testadas ou adotadas em edições anteriores. A principal mudança apontada é a integração mais ampla entre sensores, IA, conectividade e análise de dados, com efeitos simultâneos sobre arbitragem, desempenho esportivo e consumo do espetáculo pelo público.

DEIXE UM COMENTÁRIO

Please enter your comment!
Please enter your name here