Assim como a indústria têxtil dita tendências de moda, a indústria da beleza define padrões estéticos, influenciando desde a maquiagem até cirurgias plásticas. De acordo com informações do R7 Entretenimento, países como Coreia do Sul e China são referências globais em procedimentos estéticos, incluindo intervenções consideradas bizarras, como a cranioplastia estética e o alongamento ósseo.
Quais são os riscos dessas cirurgias?
A cranioplastia e o alongamento ósseo são de alto risco. A primeira envolve manipulação da estrutura cerebral, enquanto a segunda pode causar dor intensa, infecção e necessidade de reoperações. O implante de clavícula, por sua vez, não é reconhecido por sociedades de cirurgia plástica devido ao alto risco anatômico.
Como a saúde mental é afetada?
Especialistas alertam para a associação entre a busca por modificações corporais e o transtorno dismórfico corporal (TDC). Pacientes com TDC tendem a buscar cirurgias repetidamente, insatisfeitos com os resultados.
Psiquiatras e psicólogos alertam que a busca incessante por modificações corporais pode estar associada ao transtorno dismórfico corporal (TDC).
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Quais são os impactos financeiros?
Os custos das cirurgias são elevados, com implantes de clavícula custando entre R$ 51 mil e R$ 103 mil, e alongamentos ósseos variando de R$ 258 mil a R$ 775 mil. O endividamento para financiar esses procedimentos é comum, afetando a estabilidade financeira das famílias.
Como evitar decisões precipitadas?
Especialistas recomendam avaliações psicológicas antes de cirurgias invasivas, especialmente para jovens. É crucial questionar a motivação por trás da cirurgia, avaliando se é um desejo legítimo ou uma tentativa de preencher um vazio emocional.