O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na segunda-feira, 23 de março, e foi transferido para um quarto no Hospital DF Star, em Brasília. Ele estava internado desde 13 de março, após passar mal na Papudinha. Bolsonaro está em tratamento por uma broncopneumonia bacteriana bilateral, sem previsão de alta hospitalar, conforme relatado pelo G1.
Segundo o boletim médico divulgado, seu estado é estável, com evolução favorável e sem intercorrências. Ainda assim, ele continuará recebendo tratamento com antibióticos endovenosos e sessões de fisioterapia respiratória e motora, previstos para durar até pelo menos quarta-feira, 25 de março, de acordo com informações da Jovem Pan.
Por que Bolsonaro está internado?
Bolsonaro foi internado após sentir-se mal na Papudinha, onde estava cumprindo pena. A Papudinha é o nome pelo qual é conhecido o Centro de Internamento e Reeducação, no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Ele foi diagnosticado com uma pneumonia causada por broncoaspiração, como reportou o Poder360. A internação atual é a sétima desde que foi preso por descumprir medidas cautelares em agosto de 2025, informação também presente na Jovem Pan.
A Procuradoria-Geral da República (PGR), órgão responsável pela atuação do Ministério Público Federal perante o Supremo Tribunal Federal, manifestou-se favoravelmente à concessão de prisão domiciliar devido à necessidade de Bolsonaro estar em um ambiente familiar. A defesa aguarda uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, sobre o pedido de prisão domiciliar humanitária, conforme destacou a reportagem do Poder360.
O que muda para Bolsonaro após a transferência?
Com a transferência para o quarto, o ex-presidente passa a ter um tratamento menos intensivo, mas ainda requer cuidados médicos. Ele continua em estado estável, e o boletim médico indica que as condições para uma melhora são favoráveis. A mudança não altera a situação jurídica de Bolsonaro, que permanece preso, aguardando a decisão judicial sobre a possível prisão domiciliar.
“O ex-presidente demanda atenção constante, e o ambiente familiar é o mais adequado”, destacou o parecer da PGR, como citado pelo Poder360.
Com a transferência para o quarto, a evolução do tratamento seguirá sendo acompanhada pela equipe médica, enquanto o pedido de prisão domiciliar permanece sob análise judicial.


