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Apoio à candidatura de Bachelet à ONU é mantido por Brasil após recuo do Chile

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Michelle Bachelet discursa em pódio com bandeiras da ONU ao fundo, em ambiente formal de conferência.
Foto: Autor / Flickr (CC BY)

O presidente Lula anunciou no sábado, 28 de março de 2026, que o Brasil continuará a apoiar a candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU, mesmo após o Chile ter retirado seu apoio. A medida foi tomada em conjunto com o México, reafirmando a confiança na competência de Bachelet para assumir a liderança da organização.

A decisão do novo presidente chileno, José Antonio Kast, de retirar o apoio à candidatura de Bachelet não alterou o posicionamento brasileiro. Lula destacou as qualidades profissionais de Bachelet, que incluem cargos importantes como o de alta comissária da ONU para os Direitos Humanos e diretora executiva da ONU Mulheres.

O que muda para o cenário internacional?

Bachelet, que já foi duas vezes presidente do Chile, mantém sua candidatura, agora patrocinada exclusivamente por Brasil e México. Em resposta à posição do governo chileno, ela informou que continuará a buscar a posição de forma independente, mas com apoio dos governos de Lula e de Claudia Sheinbaum, presidente do México.

Segundo Lula, Bachelet é tida como favorita para ser a primeira mulher latino-americana a chefiar a ONU. A declaração do presidente brasileiro reforça a aliança política entre Brasil e México e a confiança na capacidade de liderança de Bachelet. O posto de secretário-geral da ONU é o principal cargo administrativo e diplomático da organização, que reúne 193 países-membros.

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Quem é Michelle Bachelet e por que ela é uma escolha relevante?

Michelle Bachelet é uma política chilena reconhecida internacionalmente por sua trajetória e experiência em organismos multilaterais. Além de suas passagens pelo governo chileno, seu trabalho na promoção dos direitos humanos e da equidade de gênero também é amplamente reconhecido.

A decisão de Lula e do governo mexicano de seguir apoiando Bachelet sinaliza continuidade na política externa brasileira de valorização da representatividade e da liderança feminina em organismos internacionais.

“Ela tem todas as credenciais para ser a primeira mulher latino-americana a liderar a organização”, afirmou Lula.

De acordo com informações do Jovem Pan e da Agência Brasil, a continuidade da candidatura de Bachelet com o apoio de dois dos principais países da América Latina ressalta a importância do eixo regional na política internacional.

Fontes consultadas

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