A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estabeleceu novas restrições para o transporte de power banks em voos no Brasil. A partir de abril de 2026, esses dispositivos só serão permitidos na bagagem de mão e limitados a dois por passageiro. A medida visa aumentar a segurança a bordo, minimizando os riscos de incêndios provocados por baterias de lítio.
Segundo informações da Agência Brasil, a decisão da Anac envolve a proibição de power banks na bagagem despachada, devido à potencialidade de incêndios causados por falhas nas baterias. A agência salienta que tais precauções seguem práticas internacionais da aviação civil.
Quais são as novas regras para passageiros?
Os passageiros que desejarem transportar power banks devem levá-los apenas na bagagem de mão. Esta atualização nas regras de aviões permite um máximo de dois dispositivos por pessoa. Com essas medidas, a Anac busca mitigar os perigos associados ao transporte inadequado de baterias que podem superaquecer.
Conforme detalhado pela UOL, as novas diretrizes de segurança impactarão viagens domésticas e internacionais. Permitindo também que cada power bank seja carregado com um máximo de 100 watts-hora (Wh).
Por que as restrições foram adotadas?
A restrição de transporte de power banks foi adotada principalmente devido a incidentes reportados onde falhas em baterias causaram incêndios e espalharam fumaça, ameaçando a segurança dos voos. Em comunicação oficial, a Anac afirmou que as medidas visam proteger passageiros e tripulação.
Estas mudanças ocorrem em um momento em que a segurança aérea continua sendo uma das prioridades globais. As recomendações são parte de um esforço para alinhar as práticas do Brasil aos padrões internacionais. A agência ressaltou que a principal preocupação é a proteção dos passageiros, evitando que falhas resultem em situações de emergência a bordo.
A implementação das restrições também visa esclarecer o público e aumentar a conscientização sobre o melhor modo de transportar equipamentos eletrônicos. A Anac espera que os passageiros se adaptem rapidamente às novas regras e pede que as companhias aéreas informem adequadamente seus passageiros sobre tais alterações.