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Orquestra Forte de Copacabana amplia intercâmbio cultural entre Brasil e China

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A Orquestra Forte de Copacabana, projeto social do Instituto Rudá, participou em 14 de abril de 2026 do Festival de Juventude Brasil-China na Universidade Renmin da China, em Pequim, em mais um capítulo de sua aproximação com o país asiático. O grupo, formado por jovens de comunidades do Rio de Janeiro, integrou a programação do Ano Cultural Brasil-China em uma turnê que também passou por Tianjin, Nanning, Guilin e Guangzhou. De acordo com informações da Revista Fórum, a iniciativa combina formação musical, intercâmbio cultural e ampliação de oportunidades para novos integrantes.

Criada para atender jovens de dez a 21 anos de comunidades como Pavão-Pavãozinho, Cantagalo, Chapéu Mangueira, Babilônia e Santa Marta, a orquestra foi dirigida no projeto por Márcia Melchior. O grupo reúne 50 jovens e surgiu com o objetivo de aliar inclusão social, formação artística e caminho de profissionalização na música. Segundo o relato original, a proposta também passou a incorporar o estudo de mandarim e repertório chinês após a aproximação com a China.

Como surgiu a aproximação da orquestra com a China?

O texto informa que a mudança ocorreu em 2022, quando a CNOOC Petroleum Brasil Ltda. se tornou mantenedora do projeto por meio da Lei Rouanet. A partir desse apoio, a orquestra passou a ter contato mais direto com a cultura chinesa, incluindo aulas de mandarim e a inserção de melodias e temas do país asiático em seu repertório.

Em 2024, ano do cinquentenário das relações diplomáticas entre Brasil e China, a empresa articulou parcerias para viabilizar a primeira turnê internacional da orquestra no país asiático. Na ocasião, os jovens se apresentaram em universidades e participaram de atividades voltadas ao intercâmbio entre estudantes brasileiros e chineses, com repertório que reunia canções representativas dos dois países.

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“O objetivo da orquestra é capacitar os jovens para que ingressem em orquestras profissionais, em orquestras das Forças Armadas, e trilhem o caminho profissionalizante pela música. Felizmente, ao longo dos anos, muitos estudantes integraram projetos musicais e culturais, seguiram na academia e alguns chegaram ao doutorado. Essa é a nossa maior missão”

O que marcou a trajetória recente do projeto?

De acordo com a reportagem original, a orquestra quase encerrou as atividades por falta de recursos financeiros antes da entrada do novo apoio institucional. Depois disso, o grupo passou a participar de eventos ligados à amizade entre Brasil e China, incluindo comemorações do Festival da Primavera e uma apresentação com Armandinho no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

O texto também relata que, durante a turnê de 2024, a orquestra se apresentou em um jantar promovido pela Associação Chinesa de Amizade com os Povos Estrangeiros, diante do vice-presidente chinês, Han Zheng. Na mesma viagem, os músicos enviaram uma carta ao presidente Xi Jinping relatando a trajetória do projeto, a relação com a China e o desejo de atuar como ponte cultural entre os dois países.

Na volta ao Brasil, segundo a publicação, o grupo recebeu dois reconhecimentos: foi declarado Patrimônio Cultural do Estado do Rio de Janeiro pelo governo fluminense e recebeu uma carta de Xi Jinping com elogios ao projeto e incentivo à ampliação de oportunidades para jovens brasileiros.

O que aconteceu na apresentação em Pequim em 2026?

Na edição de 2026 do festival na Universidade Renmin, a programação incluiu a Orquestra Forte de Copacabana, o Grupo Artístico Estudantil da universidade e a Banda Robótica Linkerbot. O concerto foi dividido em três partes, dedicadas ao encontro entre culturas, às transformações musicais e à integração entre brasileiros e chineses.

Segundo o relato, o repertório teve obras como “Tico-Tico no Fubá”, “Flor de Jasmin”, “Garota de Ipanema”, “Canto de Xangô” e “Flor de Lis”. Houve ainda participação de acordeonistas chinesas, apresentações alternadas de jovens músicos dos dois países, uma breve performance de Ópera de Pequim e a presença de músicos-robôs no palco.

  • Em 2022, houve a aproximação com a China por meio da CNOOC Petroleum Brasil Ltda.
  • Em 2024, a orquestra realizou sua primeira turnê no país asiático.
  • Em 2025, o projeto foi ampliado com dois novos conjuntos.
  • Em 2026, o grupo voltou à China para a segunda turnê internacional.

Em 2025, a iniciativa foi expandida com a criação da Camerata Forte de Copacabana, composta exclusivamente por mulheres, e da Orquestra de Câmara Forte de Copacabana. Com isso, o projeto passou a atender mais jovens de escolas públicas cariocas. Ainda conforme a reportagem, apenas três músicos da turnê de 2026 já haviam estado antes na China, o que foi apresentado como sinal de renovação do grupo e de abertura de espaço para novos participantes.

Ao longo da cobertura, o artigo apresenta a orquestra como um projeto de formação musical e intercâmbio cultural que conecta jovens do Rio de Janeiro a experiências internacionais. A narrativa também destaca o papel da música como instrumento de inserção profissional e aproximação entre Brasil e China.

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