A Fundação SOS Mata Atlântica lançou a Aliança pela Mata Atlântica durante o Summit Agenda SP+Verde, evento pré-COP30 em São Paulo. A coalizão multissetorial busca mobilizar o setor privado e parceiros institucionais para investir em projetos de conservação, restauração e proteção da biodiversidade no bioma. De acordo com informações da SOS Mata Atlântica, a iniciativa visa contribuir especialmente para as bacias do Médio Tietê e do Médio Paraíba do Sul.
Qual é a estratégia da Aliança pela Mata Atlântica?
A Aliança é parte da Estratégia Territorial 2023–2030 da Fundação SOS Mata Atlântica, que se concentra em três eixos: Água limpa, Biodiversidade e Clima. O plano prevê restaurar 5 mil hectares até 2030 e avançar rumo ao desmatamento zero. A Fundação já investiu cerca de R$ 150 milhões e busca mobilizar mais R$ 350 milhões.
“A Aliança nasce como um movimento de corresponsabilidade”, afirma Luís Fernando Guedes Pinto, diretor-executivo da Fundação.
Quais empresas estão envolvidas na Aliança?
A Aliança reúne empresas como CMA CGM, Grupo HEINEKEN, Itaúsa, MOL Impacto, Motiva, Salesforce, Scania Latin America, Sol de Janeiro, União Química e Ypê.
“Com a nova Aliança, nosso objetivo é criar um ambiente de cooperação”, explica Carlos Abras, gerente de Negócios e Mobilização de Recursos da Fundação.
A cooperação visa fortalecer cadeias de restauração e gerar empregos verdes.
Como a Aliança impacta o desenvolvimento sustentável?
Durante o Summit Agenda SP+Verde, um painel discutiu a importância da cooperação entre setores para transformar a conservação da Mata Atlântica em motores de desenvolvimento sustentável.
“A presença do setor privado é essencial”, declarou Natalia Cerri, da Itaúsa.
O painel destacou a necessidade de unir ciência, políticas públicas e investimento privado para dar escala à restauração do bioma.
Fonte original: SOS Mata Atlântica
