Trump eleva tensão com Cuba e fala em ‘tomar’ ilha: ‘Posso fazer o que quiser’

Data:

Outras notícias

Gladson Cameli promove reforma administrativa no Governo do Acre com mudanças em secretarias

O governador Gladson Cameli oficializou uma reforma administrativa em secretarias e autarquias do Acre. As mudanças visam garantir a eficiência da gestão estadual e a continuidade dos serviços públicos nas pastas de Saúde e Infraestrutura.

Jorge Messias no STF: indicação volta à pauta e testa relação entre Lula e Alcolumbre

A possível indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal reacende o impasse entre o governo federal e o comando do Senado. Davi Alcolumbre sinaliza falta de apoio suficiente, testando a articulação política do Palácio do Planalto.

Diretor da Anahp propõe debate sobre planos de saúde de menor cobertura no Brasil

Antonio Britto, diretor-executivo da Anahp, defende a criação de planos de saúde com coberturas segmentadas no Brasil. A proposta busca garantir a sustentabilidade financeira do setor e ampliar o acesso de novos beneficiários ao sistema privado.

Eleições 2026: saiba os prazos e regras para tirar ou regularizar o título de eleitor

O prazo para regularizar ou emitir o título de eleitor para as Eleições 2026 termina em seis de maio. O procedimento pode ser feito online ou presencialmente nos cartórios eleitorais.

BNDES e MPF firmam acordo para ampliar vagas para PCDs em novos concursos

O BNDES e o MPF assinaram um acordo para ampliar o acesso de pessoas com deficiência em futuros concursos públicos. A medida garante reserva de 15% das vagas e a extinção de cláusulas de barreira.

O ex-presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, elevou o tom contra Cuba ao declarar que espera ter a “honra” de tomar o país de alguma forma, afirmando: “Posso fazer o que quiser” com a ilha. As declarações foram feitas em um momento delicado, durante as negociações entre Cuba e EUA para melhorar as relações bilaterais, que têm sido tensas nos últimos 67 anos, desde a revolução de Fidel Castro.

De acordo com informações da Agência Brasil, Trump disse a repórteres que considera “uma grande honra” tomar Cuba de alguma forma, em meio a uma crise econômica na ilha, agravada por um bloqueio de petróleo imposto pelos EUA após a captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro.

Trump complementou, em um evento de autógrafos no Salão Oval, que acredita ter liberdade para fazer o que quiser com Cuba, seja libertando-a ou tomando-a.

Após as declarações de Trump, o New York Times noticiou que a destituição do presidente cubano Miguel Díaz-Canel é um dos principais objetivos dos EUA nas negociações bilaterais. O jornal, citando fontes familiarizadas com as conversas, afirmou que os negociadores norte-americanos sinalizaram aos cubanos que a saída de Díaz-Canel é uma condição, mas deixaram os próximos passos a cargo de Cuba.

— Publicidade —
Google AdSense • Slot in-article

Tradicionalmente, Cuba rejeita qualquer interferência em seus assuntos internos e considera qualquer proposta nesse sentido um obstáculo para um possível acordo.

Qual a posição de Cuba frente às declarações de Trump?

Díaz-Canel, 65 anos, que sucedeu Fidel Castro e seu irmão Raúl Castro na presidência em 2018, declarou que espera que as negociações com os Estados Unidos ocorram “sob princípios de igualdade e respeito pelos sistemas políticos de ambos os países, soberania e autodeterminação”.

Antes de cogitar abertamente sobre Cuba ser “a próxima”, Trump já havia intensificado a pressão ao interromper todas as remessas de petróleo venezuelano para a ilha e ameaçar impor tarifas a qualquer país que vendesse petróleo para Cuba.

Quais as consequências das sanções para Cuba?

Como resultado das sanções, Cuba alega estar há três meses sem receber carregamentos de petróleo, o que levou o país a impor um severo racionamento de energia, resultando em prolongadas interrupções no fornecimento. Grande parte da economia cubana foi paralisada. Na segunda-feira, a rede elétrica de Cuba entrou em colapso, deixando o país inteiro sem energia.

No domingo (15), Trump afirmou a repórteres, a bordo do Air Force One: “Estamos conversando com Cuba, mas vamos resolver o Irã antes de Cuba“.

Qual o histórico das relações EUA-Cuba?

Ao longo de décadas, mais de uma dezena de presidentes dos EUA se opuseram ao governo comunista de Cuba e criticaram seu histórico de direitos humanos. No entanto, Washington honrou sua promessa de não invadir Cuba ou apoiar uma invasão como parte do acordo com a União Soviética para resolver a crise dos mísseis de 1962.

A Casa Branca ainda não detalhou a base legal para qualquer possível intervenção em Cuba.

“Acredito que terei a honra de tomar Cuba. Essa é uma grande honra. Tomar Cuba de alguma forma”, disse Trump aos repórteres.

Assine

- Nunca perca uma notícia importante

- Ganhe acesso a conteúdo premium

- Esteja ligado em todos os nossos canais

Últimas

DEIXE UM COMENTÁRIO

Please enter your comment!
Please enter your name here