O governo argentino oficializou a inclusão da Guarda Revolucionária do Irã em sua lista de organizações terroristas. A medida reflete o novo posicionamento diplomático do país e o histórico de tensões com o regime iraniano.
Os Estados Unidos passaram a usar bombardeiros B-52 sobre o Irã pela primeira vez desde o início da guerra. A escalada ocorre em meio a ataques de Israel, ameaças iranianas e pressão internacional.
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter bombardeado instalações militares dos EUA nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein. Até a última atualização, não havia confirmação oficial dos países citados.
As Forças de Defesa de Israel assumiram a autoria de bombardeios contra a Universidade Imam Hosein, em Teerã. Em meio à ofensiva militar, a Guarda Revolucionária do Irã confirmou o falecimento do comandante da Marinha, Alireza Tangsiri.
Israel realizou uma operação aérea contra a principal instituição acadêmica militar da Guarda Revolucionária em Teerã. A ação visou desarticular centros de desenvolvimento de armamentos avançados.
Donald Trump cogita tomar ilha iraniana de Kharg, principal terminal de petróleo do país, e sugere que houve mudança de regime em Teerã. Declarações geram incerteza sobre rumos do conflito no Oriente Médio.
O governo iraniano baixou a idade mínima de recrutamento da Guarda Revolucionária para reforçar o suporte militar. Ao mesmo tempo, Teerã nega avanços diplomáticos com os norte-americanos e rejeita as propostas exigidas por Washington.