O conflito no Irã gerou escassez no fornecimento internacional de petróleo e gás natural. Nações da Europa e Ásia adotam racionamento civil, adiam o fim do uso de usinas a carvão e discutem a aplicação de novas tarifas.
O fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã provocou uma corrida global pelo carvão mineral para substituir o gás natural. Países da Ásia e da Europa estão revertendo metas ambientais para garantir o abastecimento de energia em meio ao conflito.
Análise repercutida pela CleanTechnica aponta risco de petróleo a US$ 200 por barril com a crise no Estreito de Ormuz. O cenário ameaça oferta global, inflação e crescimento econômico.
Guerra no Oriente Médio eleva preços do petróleo e do GNL, reposicionando produtores africanos como fornecedores mais seguros para Europa e Ásia. Nigéria, Angola e Moçambique lideram a lista de potenciais beneficiados de longo prazo.
O governo dos EUA anunciou acordo para reembolsar quase US$ 1 bilhão à TotalEnergies em troca do fim de projetos eólicos offshore. Os recursos serão redirecionados para gás e energia no país.