O cenário corporativo global registrou movimentações nas políticas de sustentabilidade. Gigantes da tecnologia firmaram acordos de reflorestamento, enquanto reguladores europeus atualizaram diretrizes de emissões.
A UNEP FI introduziu uma nova ferramenta para análise de riscos climáticos no setor financeiro global. O anúncio coincide com o investimento de R$ 15,3 bilhões do Canadá em biodiversidade.
O portal Responsible Investor lançou sua newsletter semanal com análises exclusivas sobre as tendências globais de ESG. O conteúdo foca na integridade de dados e nos desafios do investimento sustentável no mercado financeiro.
A África do Sul inova com títulos de dívida para combater espécies invasoras, enquanto o GRI prepara normas globais sobre poluição do solo e investidores indicam conselheiro na Petrobras.
Empresas desafiadoras de dados ESG solicitam ao órgão regulador do Reino Unido uma abordagem prática sobre métricas de sustentabilidade. O foco reside na transparência de preços para garantir a competitividade do mercado.
As empresas alteraram as motivações para reduzir emissões em suas operações globais. A pressão por legislações perdeu força e agora as lideranças financeiras buscam corte de despesas.
Especialistas apontam que relatórios de sustentabilidade (ESG) evoluíram para ferramentas estratégicas de gestão. A eficácia depende de três pilares: materialidade, conexão com a estratégia e qualidade dos dados verificados.