São Paulo sancionou uma nova lei que autoriza o sepultamento de cães e gatos em campas e jazigos familiares, desde que a concessão pertença à família do tutor. De acordo com informações do Terra, a regulamentação será definida pelos serviços funerários de cada município, e cemitérios particulares podem estabelecer regras próprias, respeitando a legislação vigente.
Qual é o impacto emocional da nova lei?
Conforme a psicóloga especialista em luto pet, Juliana Sato, a discussão vai além do local de sepultamento.
“Não é sobre ‘onde enterrar’. É sobre o que a sociedade permite que as pessoas sintam.”
O luto por um animal é frequentemente tratado como exagero, o que pode levar a um isolamento emocional. A nova lei oferece uma forma de reconhecer o vínculo familiar com os pets, permitindo um ritual de despedida mais digno.
Quais são os desafios para a implementação da lei?
A regulamentação precisa ser clara e acessível para evitar frustrações em momentos de vulnerabilidade.
“Luto não combina com improviso institucional,”
destaca Sato, ressaltando a importância de uma comunicação objetiva por parte dos serviços funerários.
Como a lei afeta o setor veterinário?
A legislação também impacta o ecossistema PetVet, onde profissionais lidam com morte e luto diariamente. O reconhecimento social do luto pet pode reduzir conflitos e julgamentos, criando um ambiente mais acolhedor para famílias e profissionais.
No final, a lei representa um passo em direção ao amadurecimento coletivo sobre o luto pet, reconhecendo que perder um animal é perder uma parte significativa da vida e identidade de muitas pessoas.


