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Santos x Atlético-MG: retrospecto, desempenho e o que observar no Brasileirão

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Santos e Atlético-MG se enfrentam neste sábado, às 20h, pelo Campeonato Brasileiro, em um duelo marcado pelo retrospecto favorável do time paulista como mandante e por indicadores de desempenho que ajudam a explicar o cenário da partida. De acordo com informações do GE Futebol, o Santos costuma levar vantagem quando recebe o clube mineiro pela Série A, ao mesmo tempo em que as duas equipes chegam após derrotas fora de casa pela Copa Sul-Americana.

Nos últimos 15 confrontos entre os dois times com mando santista, desde 2010, o Santos venceu 11 vezes, houve dois empates e o Atlético-MG ganhou duas partidas, em 2014 e 2022. Nesse intervalo, o time da casa marcou 32 gols e sofreu 12. O recorte histórico é um dos elementos destacados antes do confronto, mas os dados de produção ofensiva e consistência defensiva também ajudam a dimensionar o equilíbrio possível do jogo.

Como o retrospecto e os números do Santos ajudam a explicar o confronto?

Entre os mandantes da competição, o Santos aparece com a segunda menor média de finalizações, com 9,6 por partida. Ainda assim, a equipe tem a sexta maior eficiência ofensiva em casa, com um gol a cada 6,9 tentativas. O dado indica um time que, mesmo chutando menos que outros adversários, aproveita melhor as oportunidades criadas.

Outro ponto citado é a força santista nos contra-ataques. Segundo a análise, o Santos é o time com mais gols marcados dessa forma no campeonato, com cinco no total. Quando atua como mandante, fez quatro em contragolpes, também a maior marca. Isso aumenta a importância da organização defensiva atleticana, especialmente em um jogo em que o time paulista pode explorar transições rápidas.

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Na defesa, o Santos permite em média 12 finalizações por partida quando joga em casa, a 14ª marca nesse quesito. Mesmo assim, apresenta a quinta maior resistência defensiva entre os mandantes, com um gol sofrido a cada 15 conclusões adversárias. O desempenho sugere capacidade de limitar a efetividade do rival, mesmo sem necessariamente reduzir tanto o volume de chegadas.

Quais características do Atlético-MG podem pesar na partida?

O Atlético-MG é o terceiro visitante que mais permitiu finalizações dos adversários, com média de 15 por jogo. Esse número pode representar um risco diante de um adversário que tem mostrado eficiência ofensiva em casa. Por outro lado, o time mineiro aparece com a sexta maior resistência defensiva como visitante, com um gol sofrido a cada 12,5 conclusões contrárias, o que aponta para uma defesa capaz de suportar pressão em determinados contextos.

O comportamento da equipe em contra-ataques também chama atenção. O levantamento informa que os contra-ataques são um problema para o Atlético-MG quando atua como mandante, com 12 conclusões cedidas e dois gols sofridos nessa situação. Fora de casa, porém, o cenário é diferente: o time ainda não sofreu gol em contra-ataques, mesmo após sete finalizações adversárias nesse tipo de jogada.

No ataque, o clube mineiro registra a sétima média de finalizações, com 12,2 por partida. A eficiência, entretanto, é mais baixa: um gol por jogo, ou um gol a cada 12,2 tentativas, o que o coloca na 12ª posição entre os visitantes nesse fundamento. O dado mostra uma equipe que consegue produzir volume, mas ainda converte menos do que alguns concorrentes fora de casa.

Que padrões ofensivos e defensivos aparecem nos dois lados?

Os dois ataques têm sido mais produtivos em jogadas construídas com passes rasteiros. O Santos marcou assim seis dos últimos dez gols, enquanto o Atlético-MG fez sete dos últimos dez da mesma forma. É um indício de que as equipes conseguem criar a partir de trocas curtas e construção por baixo, em vez de depender principalmente de bolas alçadas.

Em contrapartida, as duas defesas vêm sofrendo mais pelo jogo aéreo. O Santos levou seis dos últimos dez gols dessa maneira, sendo quatro dos últimos cinco. Já o Atlético-MG sofreu sete dos últimos dez gols em lances aéreos, com cinco dos últimos seis nessa condição. O levantamento desconsidera pênaltis e faltas diretas.

  • Retrospecto em Santos: 11 vitórias santistas, dois empates e duas vitórias atleticanas desde 2010
  • Santos: cinco gols em contra-ataques no campeonato
  • Atlético-MG: média de 15 finalizações cedidas como visitante
  • As duas equipes chegam após derrota fora de casa pela Sul-Americana

O contexto físico também entra na análise do confronto. Na quarta-feira, o Santos perdeu por 1 a 0 para o Deportivo Cuenca, no Equador, após uma viagem de 8.400 km. O Atlético-MG, por sua vez, foi derrotado por 2 a 1 pelo Puerto Cabello, na Venezuela, em deslocamento de 8.600 km, com retorno para São Paulo. A sequência recente pode influenciar o rendimento das equipes neste compromisso pelo Brasileirão.

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