Samuel Xavier assumiu a função de capitão do Fluminense em 2026, após a saída de Thiago Silva em dezembro do ano passado. Titular da equipe comandada por Luis Zubeldía, o lateral-direito de 35 anos passa a exercer oficialmente a liderança do elenco, em um movimento tratado como natural pela trajetória que construiu no clube, pelo tempo de casa e pela atuação cotidiana junto aos companheiros.
De acordo com informações do GE, Samuel Xavier falou sobre o novo papel e destacou que a liderança no grupo não se resume ao uso da braçadeira. Segundo o jogador, há outros atletas experientes que também exercem influência dentro de campo e no vestiário.
Como Samuel Xavier definiu sua nova função no Fluminense?
Ao comentar a responsabilidade de ser capitão, Samuel Xavier afirmou que encara a missão de forma positiva, mas rejeitou a ideia de uma liderança individualizada. Na avaliação do lateral, o elenco conta com vários nomes que orientam o grupo, entre eles Fábio, Ganso, Martinelli e Renê.
“Acho que é uma responsabilidade boa que eu tenho. Mas não existe só uma liderança. Tem mais atletas que lideram dentro de campo e no vestiário. Temos outros como o Fábio, Ganso, Martinelli, Renê… Tem muitos que são líderes, não só porque estou usando a faixa. Mas é uma responsabilidade grande porque são os mais experientes da equipe. É importante dentro de campo termos uma liderança”.
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O jogador também relacionou o posto de capitão à postura diária, especialmente no contato com os mais jovens. Para ele, a liderança precisa aparecer não apenas no discurso, mas também em atitudes observadas nos treinamentos e na rotina do clube.
Por que a escolha por Samuel Xavier foi vista como natural?
O GE relata que a definição pelo lateral ocorreu em meio ao reconhecimento de seu perfil no dia a dia do elenco. Samuel Xavier é descrito como um atleta que costuma aconselhar companheiros com foco na evolução dentro e fora de campo, além de ser um dos jogadores mais carismáticos do grupo.
Com mais de 15 anos de futebol profissional, Samuel acumulou passagens por Paulista, São Caetano, Ceará, Sport e Atlético-MG antes de chegar ao clube carioca. No Fluminense, essa experiência agora se soma à condição de um dos atletas mais antigos do elenco atual.
“A liderança tem que ser não só em palavras, mas em exemplo. Procuramos dar exemplo para os mais jovens, em dedicação, em treinamentos. Tenho construído uma história bonita no Fluminense. Tudo isso engloba ser o capitão. Não sou ranzinza, gosto de deixar o ambiente leve, mas quando for cobrar, tem que cobrar. É o meu jeito de liderar”.
Qual é o peso de Samuel Xavier no elenco atual?
Além da nova atribuição como capitão, Samuel Xavier aparece entre os jogadores que mais atuaram pelo Fluminense no elenco atual. Segundo a reportagem, ele soma 258 partidas pelo clube, atrás apenas do goleiro Fábio, com 277, e do volante Martinelli, com 310.
Os números ajudam a contextualizar a relevância do lateral na formação principal e sua permanência ao longo das últimas temporadas. A combinação entre sequência em campo, experiência e convivência no grupo reforça o cenário que levou à escolha para a faixa de capitão.
- Samuel Xavier tem 35 anos
- É titular no time de Luis Zubeldía
- Assumiu a braçadeira após a saída de Thiago Silva
- Soma 258 jogos pelo Fluminense
- Disse que sonha em ser campeão da Libertadores novamente
Qual sonho Samuel Xavier ainda tem no Fluminense?
Ao ser questionado sobre o objetivo que ainda deseja alcançar no clube, o lateral respondeu de forma direta. O principal sonho, segundo ele, é voltar a conquistar a Libertadores com a camisa tricolor.
“Sonho? Ser campeão de novo da Libertadores.”
A declaração encerra o relato do jogador sobre o momento que vive no Fluminense, agora em uma condição de liderança formal. Sem se colocar como único nome de referência do grupo, Samuel Xavier apresentou uma visão compartilhada da liderança, baseada em experiência, exemplo e participação cotidiana na rotina do elenco.

