O guitarrista Ross ‘The Boss’ Friedman, ex-integrante das bandas Manowar, The Dictators e Shakin’ Street, morreu aos 72 anos, segundo comunicado divulgado em 28 de março de 2026 pelo Metal Hall Of Fame. A informação foi publicada após uma campanha de arrecadação ter sido lançada semanas antes para custear seu tratamento médico depois de um diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica, também conhecida como doença de Lou Gehrig. De acordo com informações da NME, a morte foi confirmada por meio de uma nota da instituição.
Na declaração, o Metal Hall Of Fame descreveu Friedman como uma força pioneira no punk e no heavy metal, destacando sua atuação como membro fundador do The Dictators e do Manowar. A entidade também afirmou que o músico era considerado seu “embaixador global do metal”, ressaltando a influência de seu estilo de tocar e de sua trajetória sobre gerações de artistas e fãs.
Quem foi Ross ‘The Boss’ Friedman?
Ross Friedman fundou o The Dictators em 1973, grupo apontado no texto original como um nome pioneiro do proto-punk. Depois de participar dos três primeiros álbuns da banda, mudou-se para a Europa, onde passou a tocar com a banda francesa de hard rock Shakin’ Street, substituindo o guitarrista original Armik Tigrane.
Antes do fim do Shakin’ Street, em 1981, Friedman já havia deixado o grupo para integrar o Manowar, ao lado do baixista Joey DeMaio, do vocalista Eric Adams e do baterista Donnie Hamzik. A banda ganhou notoriedade rapidamente, tanto pela estética de palco quanto pela proposta musical inspirada em mitologia e heavy metal.
O que disse o comunicado sobre o músico?
O comunicado reproduzido pela reportagem destacou a dimensão da influência de Friedman na música pesada e no punk. Segundo a nota, sua obra deixou marca duradoura nos gêneros e em quem teve contato com seu trabalho.
“Ross was a pioneering force in both punk and heavy metal, best known as a founding member of The Dictators and Manowar.”
“His legacy will live on through his music, his influence, and the countless lives he touched.”
A nota também afirmou que, além de suas realizações no palco e em estúdio, Friedman era respeitado por colegas e admirado por fãs em diferentes países.
Qual foi a trajetória de Ross Friedman no Manowar?
No Manowar, Friedman gravou cinco álbuns, entre eles “Battle Hymns”, “Into Glory Ride” e “Hail To England”, citados pela reportagem como trabalhos de destaque na discografia do grupo. Em 1988, ele foi convidado a deixar a banda.
O texto da NME também recupera uma declaração anterior de Friedman à Classic Rock sobre a identidade visual do Manowar no palco.
“We wanted to look like something never before seen in heavy metal. We wanted to be wilder than just denim and leather. What would be wilder? Animal fur!”
Após sua saída do Manowar, Friedman seguiu tocando com diferentes projetos e bandas, entre elas Manitoba’s Wild Kingdom, The Hellacopters, The Nomads, Brain Surgeons e Burning Star. A reportagem informa ainda que ele teve mais duas passagens pelo The Dictators, banda que lançou seu sexto álbum em 2024.
O que antecedeu a confirmação da morte?
Segundo a publicação, a confirmação ocorre semanas depois de uma campanha de arrecadação ter sido iniciada para ajudar no pagamento de cuidados médicos após o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica.
- Morte confirmada em comunicado do Metal Hall Of Fame
- Ross Friedman tinha 72 anos
- Campanha para custear tratamento médico havia sido lançada semanas antes
- O músico havia recebido diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica
A reportagem não informa outros detalhes sobre o local da morte nem sobre cerimônias de despedida. O texto se concentra na confirmação do falecimento e no legado do guitarrista em bandas ligadas ao punk e ao heavy metal.



