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Rodrigo Bacellar é preso novamente na terceira fase da Operação Unha e Carne

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O ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi preso pela Polícia Federal na sexta-feira, 27 de março de 2026, em sua casa em Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu durante a terceira fase da Operação Unha e Carne, com um mandado expedido pelo Supremo Tribunal Federal relacionado à ADPF 635/RJ, conhecida como ADPF das Favelas. O objetivo, segundo o texto, é investigar grupos criminosos.

De acordo com informações do G1, Bacellar já havia sido preso anteriormente, em dezembro, em investigações sobre vazamentos de dados em operações voltadas ao combate ao crime organizado no Rio de Janeiro. Desta vez, ele foi encaminhado à Superintendência da PF no Rio. A prisão faz parte das determinações do STF para aprofundar as investigações sobre a ação de grupos criminosos no estado.

Qual é o foco da Operação Unha e Carne?

A Operação Unha e Carne busca combater a atuação de grupos criminosos no Rio de Janeiro, conforme as determinações do Supremo Tribunal Federal. A ADPF 635, citada no caso, ficou conhecida nacionalmente por estabelecer parâmetros para operações policiais em comunidades do estado. Segundo a CNN Brasil, a prisão de Rodrigo Bacellar se insere nesse contexto mais amplo de esforços para controlar atividades criminosas organizadas e melhorar a segurança pública no estado fluminense.

Além da prisão de Bacellar, a operação também cumpriu mandados de busca e apreensão em locais associados ao ex-deputado. Segundo as autoridades, a operação segue as diretrizes estabelecidas na ADPF 635/RJ, que trata da atuação policial em favelas e da proteção de direitos fundamentais durante essas ações.

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Qual a importância deste caso?

O caso envolve a apuração de possíveis vínculos entre agentes públicos e o crime organizado, além de testar a efetividade de mandados judiciais em áreas sensíveis e politicamente complexas, como as favelas do Rio de Janeiro. A Alerj é a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, responsável pela produção de leis estaduais e pela fiscalização do Executivo fluminense.

A continuidade da investigação envolvendo um ex-parlamentar indica, segundo o texto, a tentativa das autoridades de desarticular esquemas de poder e influência ligados ao crime. Por envolver um ex-integrante do comando do Legislativo estadual, o caso tem repercussão política e institucional no Rio de Janeiro.

Fontes consultadas

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