Pedro Vitor Soares, um jovem de 14 anos do Centro de Ensino Fundamental 201 em Santa Maria (DF), se destaca nas olimpíadas científicas, acumulando quase uma dezena de medalhas. De acordo com informações do MCTI, as competições são uma ferramenta importante para o aprendizado e revelação de talentos.
Como Pedro se destacou nas olimpíadas?
Pedro começou sua jornada em 2023, conquistando sua primeira medalha na Olimpíada de Matemática do DF. Em 2024, ele alcançou o ouro na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). Ele também participou da Olitef, onde conquistou ouro em 2024 e 2025, e da Olimpíada Mandacaru de Matemática, ganhando prata em 2024 e bronze em 2025.
“Também participei de outras olimpíadas como Olitef com ouro em 2024 e 2025; OMDF fui prata 2023 e 2024; e na Olimpíada Mandacaru de Matemática ganhei prata 2024 e bronze 2025”, enumera.
Qual é o impacto das olimpíadas científicas?
As olimpíadas científicas não apenas revelam talentos, mas também preparam os estudantes para o futuro. Em 2024, o CEF 201 de Santa Maria ficou em primeiro lugar no ranking de medalhas no DF. Pedro, por exemplo, participou do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC) do CNPq, uma experiência que ele descreve como “ótima”.
“Foi uma ótima experiência”, descreve Pedro.
Quais são as oportunidades oferecidas pela Obmep?
A Obmep, promovida pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), está com inscrições abertas até 16 de março. A competição, que é a maior do país, oferece aos alunos de destaque a chance de ganhar medalhas e participar do Programa de Iniciação Científica Junior do CNPq. Em 2025, a Obmep atingiu recorde de participações, chegando a 99% das cidades do Brasil.