Ministério do Meio Ambiente e o BNDES anunciaram um investimento de R$ 69,5 milhões para restaurar áreas prioritárias da Amazônia Legal. O anúncio foi feito durante o workshop Restauração em Escala, realizado em Brasília. De acordo com informações do Eco21, o quarto ciclo de editais da iniciativa Restaura Amazônia selecionou 11 projetos que visam recuperar 2.877 hectares em Unidades de Conservação.
Quais são os objetivos do Restaura Amazônia?
A iniciativa faz parte da estratégia do governo brasileiro para ampliar a restauração florestal e fortalecer o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), que tem como meta restaurar 12 milhões de hectares até 2030. A Petrobras também apoia o programa, que promove soluções baseadas na natureza para conservação da biodiversidade e geração de renda.
Quais territórios serão beneficiados?
Os projetos serão implementados em estados como Acre, Rondônia, Tocantins, Mato Grosso, Pará e Maranhão. As áreas incluem a Reserva Extrativista Chico Mendes e o Parque Nacional Campos Amazônicos. A ministra Marina Silva destacou a importância do Fundo Amazônia para criar um ciclo de prosperidade que preserve a floresta.
“Meio ambiente e desenvolvimento fazem parte da mesma equação”, afirmou.
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Como a iniciativa impacta a economia local?
A diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, ressaltou que a restauração também significa geração de renda e fortalecimento de cadeias produtivas.
“O Restaura Amazônia apoia projetos que unem recuperação ambiental e inclusão produtiva”, afirmou.
O programa já apoia 58 projetos que visam recuperar quase 15 mil hectares no Arco do Desmatamento.