A Mercedes-Benz do Brasil anunciou a venda de 50 chassis de ônibus OF 1519 R, destinados ao fretamento rural, para empresas localizadas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do Brasil. Os veículos, projetados para operar em vias não pavimentadas, foram adquiridos por empresas que transportam funcionários para mineradoras e siderúrgicas.
Quais empresas adquiriram os chassis?
Os chassis foram distribuídos entre clientes em Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Pernambuco e Alagoas. Em Minas Gerais, a Automade Transporte, de Itabira, adquiriu dez unidades, enquanto a Univale Transportes, de Coronel Fabriciano, comprou nove. A D. A. Serviços, de Brumadinho, recebeu cinco chassis. Em Goiás, a Concórdia Logística incorporou 14 unidades em Cachoeira Alta. Outros compradores incluem a Usina Alta Mogiana, em São Joaquim da Barra (SP), a Prefeitura de Água Branca, em Alagoas, e a instituição Amigos do Bem, no sertão de Pernambuco.
Quais são as características do chassi OF 1519 R?
O modelo OF 1519 R é um chassi 4×2 com piso alto, projetado para fretamento rural e uso escolar. Ele possui um entre-eixos de 6.050 mm e um PBT de 15 toneladas, podendo receber carroçarias de até 10,8 metros de comprimento. O motor OM 924 LA oferece 185 cv de potência e um torque máximo de 700 Nm. O veículo é equipado com câmbio manual Mercedes-Benz G-71 de 6 marchas e eixo traseiro com bloqueio do diferencial, ideal para operações em vias rurais.
Quais são os benefícios e inovações do chassi?
O chassi OF 1519 R se destaca por sua eficiência, robustez e baixo custo operacional. Segundo Walter Barbosa, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, o modelo oferece “uma ótima capacidade de passageiros, além de conforto e segurança”. A tecnologia BlueTec 6 reduz emissões de poluentes, atendendo à norma Proconve P8 (Euro 6). A suspensão elevada e os sistemas de freio avançados garantem segurança e estabilidade em terrenos acidentados.
“A aceitação do OF 1519 R em diversas regiões e atividades confirma a versatilidade de aplicação do veículo no fretamento rural”, afirma Walter Barbosa.
Fonte original: Diário do Transporte


