Menopausa: seis plantas citadas como apoio ao bem-estar feminino - Brasileira.News
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Menopausa: seis plantas citadas como apoio ao bem-estar feminino

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A menopausa é o período marcado pelo fim da menstruação e da capacidade reprodutiva, acompanhado por alterações hormonais como a queda na produção de estrogênio e progesterona. Segundo o texto publicado em 13 de abril de 2026, essas mudanças podem provocar sintomas como ondas de calor, insônia, alterações de humor e diminuição da densidade óssea. De acordo com informações da CartaCapital, a médica Helena Campiglia, especialista em medicina integrativa e saúde da mulher, listou seis plantas mencionadas como possíveis aliadas para o bem-estar feminino nesse período.

O material afirma que a menopausa pode ser vivida com qualidade por meio de hábitos saudáveis, acompanhamento médico e, em alguns casos, terapias hormonais ou alternativas naturais para aliviar sintomas. Nesse contexto, o uso de plantas medicinais é apresentado como prática aceita em diferentes culturas para ajudar no tratamento e na prevenção de desequilíbrios, sempre com orientação profissional.

Quais plantas foram citadas para a menopausa?

A primeira planta mencionada é a amora (Morus nigra). Segundo o texto, a folha da planta, amplamente encontrada no Brasil, é rica em fitoestrógenos e pode auxiliar na redução das ondas de calor, além de contribuir para a melhora da memória e da qualidade do sono. O consumo, de acordo com a publicação, pode ocorrer na forma de tintura ou chá preparado por infusão das folhas.

Também foi citado o dong quai (Angelica sinensis), descrito como uma das plantas mais tradicionais da medicina chinesa. A publicação informa que ele é associado ao alívio da fadiga e dos fogachos da menopausa. O texto ressalta, no entanto, que é necessário cautela, porque a planta pode aumentar o fluxo menstrual e interagir com anticoagulantes.

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A maca peruana (Lepidium peruvianum), raiz tradicional dos Andes, aparece na lista por seus potenciais efeitos afrodisíacos e energéticos. Conforme o conteúdo original, alguns estudos indicam benefícios para o humor em mulheres na pós-menopausa, embora ainda sejam necessárias mais evidências científicas. A publicação informa ainda que não há relatos de efeitos adversos ou interações medicamentosas.

Que outros efeitos foram associados a essas plantas?

O vitex (Vitex agnus-castus) foi apontado como planta já usada em sintomas da tensão pré-menstrual, infertilidade e ovários policísticos. No caso da transição menopausal, o texto afirma que ele também pode ajudar no alívio da ansiedade, dos fogachos e do sangramento irregular.

Outra planta listada é a cimicífuga (Actaea racemosa). A reportagem a descreve como detentora de propriedades anti-inflamatórias e sedativas, sendo usada para aliviar cólicas menstruais, tensão pré-menstrual e calores da menopausa. Segundo o texto, estudos indicam que a planta pode ser uma alternativa segura para mulheres com histórico de câncer de mama, por não apresentar atividade estrogênica. Ainda assim, a publicação observa que pacientes com problemas hepáticos devem ter cautela, já que algumas formulações podem afetar a função do fígado.

Por fim, a erva-de-são-joão (Hypericum perforatum L.) é apresentada como planta reconhecida por seu efeito antidepressivo e com possível eficácia na redução das ondas de calor em mulheres na menopausa. O texto acrescenta que estudos apontam benefícios adicionais quando ela é combinada com cimicífuga, especialmente para sintomas como insônia, fogachos e depressão.

Qual foi a orientação da especialista?

Além de listar as plantas, Helena Campiglia também defendeu uma abordagem mais ampla para a saúde da mulher, com terapias complementares como nutrição, estilo de vida, suplementação, acupuntura, meditação, práticas mente-corpo, fitoterapia e técnicas de relaxamento em conjunto com a medicina convencional. O texto cita ainda o livro “Medicina Integrativa & Saúde da Mulher”, de autoria da médica, como obra voltada a esses temas.

“O uso de plantas medicinais pode ser um recurso valioso para aliviar os sintomas da menopausa, mas é fundamental buscar orientação profissional para garantir um uso seguro e eficaz. O acompanhamento especializado ajuda a evitar interações medicamentosas e a adaptar o tratamento às necessidades individuais de cada mulher”

Na prática, os principais pontos destacados pela publicação sobre o uso dessas plantas foram:

  • possível alívio de ondas de calor e fogachos;
  • apoio à qualidade do sono e ao humor;
  • necessidade de mais evidências científicas em alguns casos;
  • risco de interações medicamentosas e contraindicações específicas;
  • importância de acompanhamento profissional.

O texto original, portanto, apresenta essas seis plantas como opções mencionadas no contexto da medicina integrativa para lidar com sintomas da menopausa, sem substituir avaliação médica individualizada. A orientação central é que qualquer uso seja feito com segurança e supervisão especializada.

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