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Mandacaru Energia contrata a brasileira MXM Sistemas para implantar nova plataforma de gestão

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A Mandacaru Energia, produtora independente de petróleo e gás com atuação no Brasil, concluiu a implementação de uma nova plataforma de gestão corporativa fornecida pela MXM Sistemas, desenvolvedora nacional de softwares. O anúncio da transição tecnológica, divulgado no mês de abril de 2026, marca a adoção de um sistema integrado (ERP) focado em ampliar o controle das operações da companhia de energia.

O projeto técnico tem como objetivo principal fortalecer as diretrizes de governança corporativa e elevar os padrões de conformidade da empresa no mercado. De acordo com informações do portal Petronotícias, a iniciativa ocorre em um momento em que o setor petrolífero passa a exigir níveis cada vez mais elevados de transparência e de confiabilidade no tratamento e no armazenamento de dados operacionais e financeiros.

Por que a mudança no sistema de gestão da companhia era necessária?

A substituição da tecnologia corporativa esteve fundamentalmente ligada ao processo de amadurecimento das práticas gerenciais internas. A diretoria da organização identificou que a estrutura administrativa exigia um suporte computacional condizente com a expansão de suas atividades de exploração onshore (em terra) e com as rígidas exigências de controle contábil reguladas por órgãos como a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A diretora financeira da petroleira, Rafaela Carrard, destacou que o desenvolvimento corporativo dos últimos anos precisava de um alicerce digital estruturado.

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A decisão de trocar o sistema se deu pela busca do fortalecimento da governança na Mandacaru Energia. Entendemos que os avanços que vínhamos construindo nos últimos anos não estariam completos sem a adoção de uma plataforma mais robusta.

Como ocorreu o processo de implantação do software corporativo?

O cronograma de implementação do novo sistema de gestão demandou sete meses de trabalho conjunto entre as equipes. O planejamento inicial teve o seu início registrado no mês de agosto de 2025. Durante esse período, as empresas conduziram uma série de adaptações técnicas e organizacionais antes do acionamento definitivo da plataforma em ambiente de produção, uma etapa operacional tecnicamente conhecida como Go Live.

Antes de a tecnologia entrar no ar e assumir o controle do fluxo de dados, a organização dedicou um intervalo de tempo para o planejamento das áreas envolvidas e para a revisão dos seus procedimentos diários. Os pontos centrais dessa fase de transição abrangeram fatores como:

  • A reestruturação e a revisão metodológica dos processos operacionais das equipes;
  • A condução de testes de desempenho do software antes da ativação oficial;
  • O alinhamento das ferramentas para sustentar o futuro crescimento estrutural da marca.

Quais são os impactos diretos na cadeia de suprimentos?

Um dos departamentos mais afetados pela nova arquitetura de controle é a cadeia de suprimentos, habitualmente chamada de supply chain. No modelo anterior de rotina corporativa, a empresa enfrentava desafios relacionados à centralização das informações, visto que a condução das compras ocorria fora do sistema principal.

A comunicação empresarial representava o meio principal de negociação e acompanhamento de entregas. Segundo a executiva financeira da companhia de energia, a automatização transforma a precisão dessa rotina.

Grande parte do processo de supply chain era conduzida por e-mails. Com a automatização desses fluxos dentro do ERP, esperamos extrair ganhos relevantes em controle, rastreabilidade e eficiência operacional.

Qual a relevância do setor de óleo e gás para a provedora de tecnologia?

Para a MXM Sistemas, a consolidação desse contrato evidencia o crescimento de sua participação em segmentos industriais focados em alta escala logística no mercado brasileiro. O setor de combustíveis e de extração de insumos energéticos consolidou-se como uma frente de atuação central para a fornecedora.

Atualmente, as organizações ligadas à cadeia petrolífera são responsáveis por 15% de todo o faturamento da companhia de software. Esse alcance mercadológico é viabilizado de forma direta e por meio de parceiros voltados à terceirização de processos de negócios (BPO), abrangendo mais de 50 empresas que utilizam as soluções da marca.

O diretor-executivo da desenvolvedora de tecnologia, Guilherme Carrullo, ressaltou o foco administrativo em atender as exigências operacionais da indústria de combustíveis.

Essa conquista reflete nosso compromisso em entregar soluções robustas e aderentes às demandas específicas de setores complexos como o de óleo e gás. Estamos preparados para continuar expandindo com inovação, segurança e alto desempenho.

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