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MacBook Pro com chip M5 vale upgrade para quem tem M1? O que os números indicam

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Dois modelos de MacBook Pro abertos lado a lado sobre uma mesa, exibindo detalhes do design e telas em ambiente iluminado.
Foto: Autor / Flickr (CC BY)

O MacBook Pro com chip M5 pode representar um avanço relevante para quem usa um MacBook Pro com chip M1, segundo uma análise publicada em 22 de março de 2026 pela ZDNET. A comparação considera preço, desempenho gráfico, velocidade de CPU, bateria, portas e armazenamento para avaliar se a troca faz sentido agora, especialmente para usuários com máquinas mais antigas e demandas mais pesadas.

De acordo com informações da ZDNET, o modelo básico do M5 custa US$ 1.599 e chega com 16 GB de memória unificada e SSD de 512 GB, enquanto unidades recondicionadas do M1 ainda podem ser encontradas por cerca de US$ 699. Para o consumidor brasileiro, porém, esses valores em dólar não refletem o custo final no país, já que preços no Brasil costumam variar com câmbio, tributos e política local da Apple. O texto pondera, ainda, que nem todo usuário precisa trocar de computador, já que os modelos antigos seguem aptos para tarefas cotidianas.

Quais são as principais diferenças entre o MacBook Pro com M5 e o M1?

A análise destaca que o M5 traz uma tela quase uma polegada maior, mais de seis horas adicionais de bateria por carga, desempenho de inteligência artificial 3,5 vezes superior, além de mais armazenamento e memória base maior. No papel, isso coloca o novo modelo em um patamar acima do M1 em vários aspectos centrais de hardware.

No desempenho gráfico, o chip M5 com GPU de dez núcleos supera a GPU de oito núcleos do M1 em diferentes cenários. Segundo os números citados no artigo, o M5 entrega taxas de quadros em jogos até 3,2 vezes maiores, renderização 3D no Blender até 6,8 vezes mais rápida e aprimoramento de vídeo com IA no Topaz Video até 7,7 vezes superior na comparação com o M1.

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  • Preço inicial do M5 MacBook Pro: US$ 1.599
  • Preço promocional citado: cerca de US$ 1.399
  • Memória base do M5: 16 GB
  • Armazenamento base do M5: 512 GB SSD
  • Preço aproximado de um M1 recondicionado: US$ 699

O ganho de desempenho justifica a troca para todos os usuários?

O ponto considerado mais importante no texto é o desempenho geral de CPU. Segundo a Apple, citada pela ZDNET, o M5 oferece desempenho de CPU até duas vezes mais rápido que o M1. Embora esse salto seja descrito como relevante, a análise observa que ele não chega a ser transformador para todos os perfis de uso, especialmente porque muitos donos de MacBook usam o notebook para navegação, trabalho de escritório e tarefas diárias.

O artigo ressalta que os maiores ganhos do M5 aparecem em áreas como inteligência artificial, modelagem gráfica e fluxos criativos avançados. Para quem não trabalha com edição pesada, jogos ou uso local de modelos de linguagem, o M1 ainda pode ser suficiente. A avaliação também indica que, para usuários com chips mais recentes, como M3 ou M4, o incentivo para atualização é ainda menor.

Quais mudanças práticas aparecem no uso diário?

Além da performance, a comparação aponta melhorias de conectividade no M5. O modelo inclui duas portas USB-C Thunderbolt 4 no lado esquerdo, junto ao carregador MagSafe, além de mais uma porta USB-C Thunderbolt 4 no lado direito, porta HDMI, slot para cartão SD e entrada para fones de ouvido. No M1, a configuração citada inclui duas portas USB-C e uma entrada para fones.

Outro avanço mencionado está no armazenamento. A Apple afirma, segundo o texto, que o M5 tem velocidades de leitura e gravação até duas vezes mais rápidas que o M4, além de suportar até 4 TB no MacBook Pro. A matéria relaciona isso a melhor desempenho em tarefas como exportação e transferência de arquivos grandes de imagem e vídeo.

Então, vale fazer o upgrade do M1 para o M5?

A conclusão da análise é cautelosa: quem tem um MacBook mais antigo e segue satisfeito com o desempenho não precisa se sentir pressionado a migrar imediatamente para o M5 MacBook Pro. O texto afirma que o M1 continua teoricamente adequado para tarefas cotidianas, ainda mais por operar com o mesmo macOS dos modelos mais recentes.

Por outro lado, a troca pode fazer mais sentido para quem usa um M1 Pro com 8 GB de RAM e 512 GB de armazenamento ou menos e já percebe limitações no dia a dia. Nesse cenário, após cinco anos de uso, o M5 tende a representar um avanço perceptível. Para o mercado brasileiro, a decisão também passa pelo custo de importados premium, que costuma ser mais alto do que o preço anunciado nos Estados Unidos. A análise ainda cita o MacBook Neo como alternativa de entrada para tarefas básicas, mas observa que ele fica atrás do M1 MacBook Pro em desempenho bruto em atividades mais exigentes.

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