Na noite de segunda-feira, 30 de março de 2026, a Lua estará na fase crescente gibosa, com 92% de sua face visível iluminada pelo Sol, segundo dados da Mashable, com base no guia diário da NASA. A fase ocorre quando mais da metade do satélite natural está visível, mas ele ainda não atingiu a Lua Cheia. Como a observação astronômica varia conforme o fuso horário, a referência ao dia 1º de abril na América do Norte pode corresponder a outro horário no Brasil.
De acordo com informações da Mashable, observadores poderão identificar formações lunares como as crateras Tycho e Kepler e o Mare Serenitatis mesmo sem equipamentos ópticos. Com binóculos, tornam-se visíveis também o Mare Frigoris, a cratera Archimedes e o Mare Nectaris. Já com telescópio, é possível avistar os Montes Descartes, a cratera Schiller e a cratera Linne.
O que são as fases da Lua?
A Lua completa um ciclo de fases em aproximadamente 29,5 dias, passando por oito etapas distintas. Embora sempre mostre a mesma face para a Terra, a porção iluminada varia conforme sua posição relativa ao Sol e ao planeta, criando os ciclos lunares conhecidos desde a antiguidade.
O ciclo começa com a Lua Nova — quando o satélite está entre a Terra e o Sol e sua face visível permanece escura — e evolui pelas fases Crescente, Quarto Crescente, Gibosa Crescente, Cheia, Gibosa Minguante, Quarto Minguante e Minguante, antes de recomeçar.
Quais formações lunares são visíveis nesta fase?
Durante a fase gibosa crescente, a iluminação favorece a observação de detalhes topográficos próximos ao terminador — a linha que separa a parte iluminada da escura. Isso realça sombras e relevos, facilitando a identificação de crateras e mares lunares.
- Visíveis a olho nu: crateras Tycho e Kepler, Mare Serenitatis
- Com binóculos: Mare Frigoris, cratera Archimedes, Mare Nectaris
- Com telescópio: Montes Descartes, cratera Schiller, cratera Linne