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ISA Energia antecipa em 17 meses operação comercial do Bloco 2 do Piraquê

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A ISA Energia iniciou a operação comercial do Bloco 2 do projeto Piraquê, em Minas Gerais, após aprovação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), com antecipação de 17 meses em relação ao prazo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A liberação ocorreu depois de o ONS aprovar, na sexta-feira, 20 de março de 2026, o termo de liberação de receita de parte da operação, com recebimento retroativo a 12 de fevereiro de 2026. Segundo a empresa, a entrada em operação amplia a parcela de receita anual permitida a ser recebida no empreendimento.

De acordo com informações do Valor Empresas, o termo de liberação de receita refere-se ao Bloco 2 do projeto. Esse trecho envolveu a implantação de quatro linhas de transmissão de 500 quilovolts, em circuito simples, que somam 712 quilômetros de extensão e 1.438 torres, além da nova Subestação Capelinha 3 e da ampliação da Subestação Governador Valadares 6. O ONS coordena a operação do Sistema Interligado Nacional, enquanto a Aneel é a agência reguladora do setor elétrico brasileiro.

O que foi entregue no Bloco 2 do projeto Piraquê?

O Bloco 2 do projeto Piraquê reúne estruturas de transmissão e subestações associadas. Conforme as informações divulgadas, a etapa compreendeu tanto a construção de linhas quanto intervenções em instalações elétricas para viabilizar a operação comercial autorizada.

  • quatro linhas de transmissão de 500 kV
  • 712 quilômetros de extensão total
  • 1.438 torres implantadas
  • implantação da Subestação Capelinha 3
  • ampliação da Subestação Governador Valadares 6

A operação comercial começou após a aprovação do ONS para a liberação de receita referente a parte da operação. O texto original informa que o recebimento será retroativo a 12 de fevereiro de 2026, dentro dos termos do TLR aprovado na sexta-feira, 20 de março de 2026.

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Como a entrada em operação afeta a receita do empreendimento?

Com a energização dessa etapa, a ISA Energia passa a receber 91,5% da receita anual permitida do empreendimento, fixada em R$ 343,1 milhões. O dado indica que a maior parte da remuneração regulatória do projeto passa a ser acessada com a entrada em operação do Bloco 2.

O projeto Piraquê tem investimento de R$ 4,4 bilhões, em termos reais de dezembro de 2025, segundo as informações publicadas. A construção, ainda de acordo com o texto, é integralmente financiada por debêntures verdes de infraestrutura.

Por que a antecipação de 17 meses é relevante?

A antecipação em relação ao prazo definido pela Aneel é um dos principais pontos da informação divulgada. No contexto do empreendimento, isso significa que a operação comercial dessa etapa começou antes da data regulatória prevista, após a autorização operacional e de receita concedida pelos órgãos responsáveis.

O texto não detalha impactos adicionais sobre o sistema elétrico, consumidores ou novas etapas do projeto além do que foi oficialmente informado. Assim, o avanço reportado se concentra na liberação operacional do Bloco 2, na infraestrutura entregue em Minas Gerais e na parcela da receita anual permitida que passa a ser recebida pela companhia.

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