Guilherme Schmitz, técnico brasileiro, assumiu a seleção feminina de vôlei da Colômbia em maio de 2025, com o objetivo de conquistar uma vaga para as Olimpíadas de Los Angeles 2028. De acordo com informações do ge.globo, Schmitz também comanda o Universidad San Martín, clube peruano que está nas semifinais do Sul-Americano feminino.
Quais são os desafios enfrentados por Schmitz?
Schmitz destaca que a Colômbia está entre as três melhores seleções sul-americanas nos últimos seis anos, mas ainda enfrenta desafios, como a falta de um torneio de grande porte comparável à Superliga brasileira. Ele enfatiza a importância de rodar jogadoras em clubes internacionais, mencionando atletas como Ivonee Montaño e Laura Pascua, que atuam fora do país.
Qual é a estratégia para alcançar a vaga olímpica?
O técnico apresentou um planejamento que envolve o atual e o próximo ciclo olímpico, focando em resultados a longo prazo. Schmitz afirmou:
“O grande objetivo é conquistar a vaga para as Olimpíadas de 2028, que é uma possibilidade tangível.”
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Ele também busca colocar a Colômbia entre as três principais forças no cenário sul-americano e melhorar no ranking mundial, onde atualmente está em 22º lugar.
Como Schmitz vê o cenário do vôlei sul-americano?
Schmitz observa que a Argentina é a segunda força sul-americana, enquanto a Colômbia e o Peru estão crescendo. Ele acredita que a rotatividade de jogadoras e treinadores no cenário internacional torna o vôlei mais dinâmico, permitindo que grandes talentos individuais se destaquem.
Qual é a visão de Schmitz sobre o vôlei brasileiro?
Com uma carreira que começou no Fluminense, Schmitz valoriza a versatilidade e irreverência do vôlei brasileiro, mas reconhece que o vôlei colombiano é mais focado na força física, semelhante ao estilo dominicano e cubano. Ele busca agregar novas técnicas ao estilo colombiano, sem mudar sua essência.