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Guerra no Irã: Trump ameaça expandir ataques à infraestrutura

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O presidente dos Estados Unidos ameaçou expandir os ataques militares contra a infraestrutura do Irã, incluindo pontes e usinas de energia elétrica. As declarações ocorreram após o território iraniano lançar mísseis e drones em retaliação contra Israel e países do Golfo, escalando a tensão no Oriente Médio.

De acordo com informações do OilPrice, a interrupção das atividades no Estreito de Ormuz — importante rota marítima por onde escoa cerca de 20% do petróleo consumido globalmente — desencadeou uma crise energética global sem precedentes, motivando pedidos de intervenção apoiados pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Na rede social Truth Social, no final do dia 2 de abril de 2026, Donald Trump afirmou que as forças armadas norte-americanas ainda não começaram a destruir o que resta da nação inimiga.

Nosso Exército, o maior e mais poderoso (de longe!) em qualquer lugar do mundo, nem sequer começou a destruir o que resta no Irã. Pontes a seguir, depois Usinas de Energia Elétrica! A liderança do novo regime sabe o que tem que ser feito, e tem que ser feito, RÁPIDO!

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Como as recentes ações militares afetam o cenário geopolítico?

A escalada bélica acontece após um mês de ataques aéreos devastadores. Antes das novas ameaças, o chefe de Estado norte-americano já havia alertado o governo de Teerã de que seria necessário estabelecer um acordo antes que não restasse mais nada do país.

Apesar do tom agressivo na internet, o discurso oficial apresentou nuances diferentes. Em pronunciamento transmitido pela televisão em 1º de abril de 2026, o líder republicano declarou que os Estados Unidos estão perto de concluir a operação no território iraniano. Ao mesmo tempo, ele ressaltou que as tropas continuarão a atacar de forma extremamente dura por mais duas a três semanas. O objetivo central da guerra, segundo o governo estadunidense, é impedir que a nação islâmica adquira armas nucleares.

Quais foram os alvos mais recentes atingidos pelas forças armadas?

As operações militares já registraram impactos significativos na infraestrutura civil e logística. Uma grande ponte que liga a capital Teerã à cidade de Karaj, localizada na província de Alborz, foi atingida por um ataque dos Estados Unidos. A estrutura é descrita pela mídia local como a mais alta do Oriente Médio. Na internet, o presidente comemorou a queda da edificação.

Qual é o impacto da guerra no mercado global de energia e no Brasil?

A guerra provocou um choque direto no fornecimento internacional de combustíveis. A crise no Estreito de Ormuz gerou consequências drásticas, refletidas nos mercados financeiros e nas bolsas de valores do mundo todo. Para o Brasil, a alta expressiva do petróleo no mercado internacional pressiona diretamente a política de preços adotada pela Petrobras, aumentando o risco de repasses para a gasolina e o diesel e impactando a inflação nacional.

Os efeitos da interrupção do fluxo de energia incluem os seguintes desdobramentos registrados recentemente:

  • O petróleo do tipo WTI registrou um salto de 51% no período de um mês devido ao choque de oferta provocado pela guerra.
  • A produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) despencou em sete milhões de barris por dia.
  • O Reino Unido organizou uma cúpula com 36 países para tentar reabrir a passagem do Estreito de Ormuz.
  • Projeções financeiras de instituições como o JP Morgan indicam que o barril de petróleo pode chegar a 150 dólares caso a região permaneça fechada até meados de maio de 2026.
  • A Europa se prepara para uma crise energética prolongada, enquanto o mercado de aviação da Índia sofre com as fortes oscilações no preço do combustível.

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