O Governo Federal lamentou profundamente o ataque violento ocorrido na comunidade indígena Parima, na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, na noite da última segunda-feira, 3 de julho. O governo se solidarizou com a comunidade afetada e destacou seus esforços para identificar e responsabilizar os envolvidos. De acordo com informações do Ministério da Defesa, várias pastas estão envolvidas na resposta ao incidente.
Como o governo está respondendo ao ataque?
Os ministérios da Saúde, dos Povos Indígenas, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, da Defesa, da Justiça e Segurança Pública, juntamente com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, a Secretaria Especial de Saúde Indígena e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas, estão atuando para garantir assistência aos indígenas feridos. As equipes prestaram atendimento imediato e transferiram os feridos para Surucucu e Boa Vista, utilizando aeronaves da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira, equipadas com respiradores e equipamentos de resgate emergencial.
Quais são as medidas de longo prazo do governo?
O Governo Federal está empenhado em reestruturar políticas para a promoção e proteção dos direitos dos povos indígenas, incluindo saúde, segurança alimentar e proteção territorial na TI Yanomami. A região está em situação de emergência desde a publicação do Decreto nº 11.405, em janeiro de 2023, que estabelece medidas para enfrentar a emergência em saúde pública e combater o garimpo ilegal no território Yanomami.
Qual é o compromisso do governo com os povos indígenas?
O governo reafirma seu compromisso com a reestruturação das políticas voltadas aos povos indígenas, destacando a importância da saúde indígena, segurança alimentar e proteção territorial. A operação unificada do governo busca garantir a segurança e o bem-estar das comunidades indígenas afetadas pela violência e pelo garimpo ilegal.
“O Governo Federal tem atuado para que os envolvidos sejam identificados e responsabilizados.”
Fonte original: Ministério da Defesa

