George Russell afirmou que suas duas largadas de teste para a temporada de 2026 da Fórmula 1 foram as piores de sua carreira, com a Ferrari se destacando nesse aspecto. De acordo com informações do Autosport F1, as mudanças no procedimento de largada têm sido um dos principais tópicos de discussão na pré-temporada. Para o público brasileiro, alterações técnicas desse tipo costumam ganhar relevância por influenciarem diretamente a dinâmica das corridas e a leitura das transmissões da categoria no país.
Quais são as novas regras de largada na F1 2026?
As novas regulamentações exigem que os pilotos acelerem seus motores por pelo menos dez segundos para ativar o turbo, devido à remoção do MGU-H das unidades de potência. Isso tornou as largadas mais complexas, dividindo opiniões. Enquanto o chefe da McLaren, Andrea Stella, pediu ajustes de segurança, Lewis Hamilton afirmou que não são perigosas.
Como os pilotos estão se adaptando às mudanças?
Russell comentou durante os testes realizados na sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026, no Bahrein, que, apesar do potencial do carro, é crucial ter uma boa largada para vencer corridas. O Bahrein é um dos palcos tradicionais da pré-temporada da Fórmula 1 e costuma servir como primeira referência pública sobre o comportamento dos novos carros. Ele destacou que suas largadas foram piores do que as piores de sua carreira, enquanto Hamilton conseguiu avançar várias posições. O piloto da McLaren, Oscar Piastri, mencionou que erros no procedimento podem custar até sete posições.
- Ferrari se destacou nas largadas.
- MGU-H removido das unidades de potência.
- Complexidade aumentada nas largadas.
Quais são as expectativas para as primeiras corridas?
Espera-se que as largadas tenham um impacto significativo nas primeiras corridas da temporada, com a possibilidade de erros no procedimento lançando o carro em anti-stall. Piastri observou que as largadas podem mudar rapidamente a ordem dos carros, e que os pilotos ainda estão aprendendo a lidar com as novas regras.
