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Fases da Lua hoje: satélite apresenta 91% de visibilidade neste domingo (05)

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A clear view of the full moon shining brightly against a dark night sky.
A clear view of the full moon shining brightly against a dark night sky. Foto: kiwiicat — Pexels License (livre para uso)

Neste domingo, 5 de abril de 2026, a Lua apresenta-se na fase Cheia no céu noturno, estando com 91% de sua superfície visível a partir da Terra e em processo de decréscimo luminoso. O satélite natural caminha para a transição de seu ciclo, restando exatamente cinco dias para o início oficial da fase Minguante.

De acordo com informações do portal especializado Olhar Digital, os dados astronômicos oficiais referentes ao calendário lunar do mês de abril foram consolidados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão federal vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária. O monitoramento contínuo permite acompanhar com precisão os horários de transição entre cada estágio do ciclo no céu noturno.

Quais são as próximas fases da Lua em abril de 2026?

O calendário lunar de abril começou logo no primeiro dia do mês, quando ocorreu a chegada da Lua Cheia exatamente às 23h13. Após esse ápice de luminosidade, o satélite entrou em sua trajetória de diminuição de brilho até alcançar o próximo estágio principal de seu ciclo em torno do planeta.

O cronograma astronômico estabelecido pelo Inmet aponta as seguintes datas e horários (no fuso de Brasília) para as mudanças de fase ao longo das próximas semanas do mês de abril:

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  • Lua Minguante: dia 10 de abril, às 01h55;
  • Lua Nova: dia 17 de abril, às 08h54;
  • Lua Crescente: dia 23 de abril, às 23h33.

O que significa o ciclo lunar e como ele funciona?

O intervalo de tempo que ocorre de maneira regular entre duas luas novas consecutivas é cientificamente denominado lunação ou ciclo lunar. Esse período de revolução possui uma duração média de 29,5 dias, apresentando variações sutis dependendo da exata posição orbital do satélite.

Durante a lunação, o satélite terrestre atravessa quatro fases principais amplamente conhecidas: nova, crescente, cheia e minguante. Cada um desses períodos se prolonga por aproximadamente sete dias. Além dessas etapas primárias, a astronomia também classifica as chamadas “interfases”, que incluem o quarto crescente, a crescente gibosa, a minguante gibosa e o quarto minguante, que marcam as transições intermediárias de luminosidade.

Como ocorre a transição da Lua Nova para a Crescente?

A fase da Lua Nova acontece quando o satélite natural se posiciona de forma exata entre a Terra e o Sol. Esse alinhamento cósmico faz com que a face lunar iluminada pela estrela fique voltada para o espaço exterior, enquanto o lado escuro permanece direcionado para os observadores terrestres, tornando o corpo celeste invisível a olho nu. Este momento sinaliza o início de um ciclo orbital completo.

Posteriormente a este alinhamento, surge a etapa Crescente. De forma gradual, uma fina faixa de luz começa a despontar no horizonte, expandindo-se noite após noite. O processo avança de um arco luminoso estreito até o momento em que metade da superfície lunar se torna claramente visível da Terra, fenômeno astronômico classificado como Quarto Crescente.

Por que a Lua Cheia brilha tanto e como ela entra na fase Minguante?

O fenômeno da Lua Cheia, estado observado neste início do mês, ocorre quando o planeta Terra se encontra perfeitamente posicionado entre o Sol e o satélite. Essa configuração geométrica permite que a face voltada para o nosso planeta receba iluminação solar de maneira integral, exibindo-se totalmente visível e com brilho máximo no céu. Nesse instante de plenitude luminosa, o surgimento lunar no horizonte coincide exatamente com o pôr do Sol.

Logo após atingir seu ápice de iluminação, a luz refletida começa a encolher de forma gradativa, marcando a entrada definitiva na fase Minguante. A cada noite sucessiva, a área iluminada perde extensão até atingir o Quarto Minguante, onde novamente apenas metade do satélite pode ser observada no céu noturno. O decréscimo luminoso continua de maneira constante até que a escuridão total retorne na Lua Nova, reiniciando com exatidão todo o sistema de fases espaciais.

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