Doação de R$ 3 milhões para Bolsonaro veio de familiar de banqueiro, diz PL - Brasileira.News

    Doação de R$ 3 milhões para Bolsonaro veio de familiar de banqueiro, diz PL

    0
    12

    O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, revelou que Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, do Banco Master, doou R$ 3 milhões para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2022. A informação foi divulgada em entrevista ao Canal Livre, da Band, e reforça relatos anteriores sobre a ligação entre o repasse e o Banco Master durante o período eleitoral. De acordo com informações do DCM, Valdemar Costa Neto confirmou o depósito e tentou contextualizar a imagem atribuída ao empresário.

    Costa Neto detalhou que a doação foi feita diretamente na conta de Bolsonaro, mencionando que o partido também recebeu outras doações significativas. “Quando eles falam que ele foi o maior doador, é porque ele deu R$ 3 milhões na campanha do Bolsonaro, deu diretamente na conta do Bolsonaro. Na conta do partido também entrava dinheiro. E nós tivemos até doações de sete milhões de uma pessoa só”, declarou.

    CASO MASTER 🔥Valdemar Costa Neto afirma que Fabiano Zettel, cunhado e braço direito de Vorcaro, envolvido nas fraudes do Banco Master, depositou R$ 3 MILHÕES direto na conta de Bolsonaro durante a campanha.

    ## Quem é Fabiano Zettel e qual sua ligação com o Banco Master?

    — Publicidade —
    Google AdSense • Slot in-article

    Fabiano Zettel é cunhado de Daniel Vorcaro, do Banco Master, e foi convocado para depor na CPI do Crime Organizado no Senado. Ele é investigado em apurações sobre supostas fraudes financeiras ligadas ao Banco Master. Inicialmente, sua presença era obrigatória como testemunha.

    ## Por que Fabiano Zettel foi desobrigado a depor na CPI?

    O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a um pedido da defesa de Zettel e o desobrigou de comparecer à CPI. Mendonça argumentou que Zettel foi convocado na condição de investigado e, portanto, tem o direito de não se autoincriminar. O ministro determinou que o comparecimento passasse a ser facultativo.

    Mendonça justificou sua decisão com base na jurisprudência do STF, que garante aos investigados o direito de não comparecer a atos que possam levar à autoincriminação. Caso Zettel decida comparecer, ele poderá permanecer em silêncio, não assumir o compromisso de dizer a verdade e terá a garantia de não sofrer constrangimentos físicos ou morais.

    DEIXE UM COMENTÁRIO

    Please enter your comment!
    Please enter your name here