Copa Sul-Americana 2026 começa nesta terça-feira (7) com peso histórico de Libertadores - Brasileira.News
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Copa Sul-Americana 2026 começa nesta terça-feira (7) com peso histórico de Libertadores

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A 25ª edição da Copa Sul-Americana tem início nesta terça-feira (7 de abril) com a presença de 32 clubes na fase de grupos, incluindo sete representantes do Brasil. O Vasco será o primeiro brasileiro a entrar em campo, enfrentando o Barracas Central, na Argentina, a partir das 19h (horário de Brasília), em uma partida onde a equipe carioca não contará com o técnico Renato Gaúcho. A competição deste ano, organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), se destaca por reunir times de grande tradição no continente.

De acordo com informações do GE Futebol, o torneio continental de 2026 apresenta características que o assemelham à Copa Libertadores da América. Os times brasileiros classificados são Atlético-MG, Botafogo, Bragantino, Grêmio, Santos e São Paulo, além do Cruzmaltino. O regulamento prevê que apenas os líderes de cada um dos oito grupos avancem diretamente às oitavas de final, enquanto os segundos colocados disputarão um playoff contra as equipes que terminarem na terceira posição de suas chaves na Libertadores.

Quais são os motivos que elevam o nível da competição nesta temporada?

A edição atual conta com dez equipes que já venceram a principal competição do continente, a Copa Libertadores. Clubes como Grêmio, Santos, São Paulo, Botafogo, Vasco, Atlético-MG, River Plate, Racing, San Lorenzo e Olímpia somam, juntos, 21 taças históricas. Para efeito de comparação, a edição deste ano do principal torneio da Conmebol possui 30 títulos distribuídos entre seus participantes, evidenciando o alto nível técnico da segunda copa mais importante da região.

Além das conquistas na competição principal, o torneio reúne cinco títulos da própria Sul-Americana. São Paulo, River Plate, Racing, San Lorenzo e Cienciano já levantaram esta taça. No total, considerando apenas os dois torneios atuais da entidade sul-americana, são 26 títulos reunidos, o maior número já registrado em uma mesma edição na história do campeonato.

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Como chegam os representantes do Brasil e quem são os principais rivais?

O contingente brasileiro é formado por sete clubes, sendo que seis deles já conquistaram a América no passado. A única exceção é o Bragantino, equipe do interior paulista. O número de brasileiros campeões é impulsionado pelos retornos de São Paulo e Santos ao cenário continental. Juntos, os times do Brasil presentes nesta edição acumulam 12 troféus da competição máxima do continente.

Entre os adversários estrangeiros, o River Plate desponta como o grande rival a ser batido. A equipe argentina retorna ao torneio após 12 anos e aposta no comando do treinador Eduardo Coudet para buscar o título. O elenco portenho chega reforçado por nomes experientes que já atuaram no futebol brasileiro e jogadores que conquistaram a Copa do Mundo com a seleção da Argentina, acumulando vitórias em seus primeiros compromissos sob a nova comissão técnica.

Quais jogadores famosos marcam presença e qual é o tabu em jogo?

O campeonato será palco para diversos atletas veteranos com carreiras consagradas no futebol mundial. As principais estrelas espalhadas pelos clubes sul-americanos incluem:

  • Falcao Garcia, centroavante de 40 anos que defende o Millonarios, da Colômbia.
  • Marcos Rojo, zagueiro de 36 anos com passagem pela seleção argentina, atualmente no Racing.
  • Martín Cáceres, defensor uruguaio de 39 anos com experiência na Europa, que atua pelo Juventud.
  • Pity Martínez, meio-campista de 32 anos do Tigre, com histórico vitorioso na Argentina.
  • Luciano Vietto, atacante de 32 anos contratado pelo San Lorenzo após passagem pelo futebol saudita.

Por fim, as equipes do Brasil enfrentam o desafio de encerrar um incômodo jejum. Enquanto os times nacionais dominam o cenário principal com sete conquistas consecutivas, a Sul-Americana não é vencida por um clube do país desde 2021, ano em que o Athletico Paranaense foi campeão. Desde então, as equipes brasileiras acumularam quatro vice-campeonatos seguidos. Para clubes tradicionais como Santos, Grêmio e o paraguaio Olímpia, o título representa a oportunidade de preencher uma das poucas lacunas restantes em suas extensas galerias de troféus.

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