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Constellation renova contratos com a Petrobras em acordo de US$ 1,1 bilhão

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A empresa brasileira de perfuração offshore Constellation Oil Services (antiga Queiroz Galvão Óleo e Gás) formalizou a renovação de três contratos estratégicos de afretamento de sondas com a Petrobras. A negociação, divulgada no início de abril de 2026, garante a extensão das operações das embarcações Brava Star, Gold Star e Alpha Star. Com a assinatura dos novos compromissos comerciais, a prestadora de serviços adiciona US$ 1,1 bilhão à sua carteira de contratos futuros no setor de óleo e gás.

De acordo com informações do Petronotícias, a movimentação de mercado elevou o estoque de pedidos da companhia em 67%. Como resultado direto das prorrogações, a empresa assegura um volume financeiro de aproximadamente US$ 2,8 bilhões contratados até o ano de 2030 para exploração em águas profundas.

Quais são os impactos financeiros da renovação com a petroleira?

O impacto da transação reflete diretamente na estabilidade das operações a longo prazo. O diretor-executivo da Constellation, Rodrigo Ribeiro, destacou que a cobertura estendida traz previsibilidade para a receita corporativa e garante a manutenção do fluxo de caixa nos próximos anos. As projeções financeiras para 2026 indicam que as concessões de preço firmadas durante as negociações representam cerca de 3% do faturamento anual da empresa.

Para equilibrar a estrutura de capital, os diferimentos de pagamentos acordados serão compensados por meio da antecipação de recebíveis. A corporação obteve autorização da estatal petrolífera brasileira para ceder esses créditos e conduz negociações avançadas com instituições financeiras para implementar um programa de fomento comercial sem direito de regresso. Esse mecanismo contábil permitirá a monetização imediata dos valores assim que forem gerados.

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Como funcionará a operação do navio-sonda Brava Star no campo de Búzios?

O navio-sonda Brava Star recebeu a maior fatia do pacote de prorrogações, com uma extensão contratual de quatro anos. A unidade permanecerá em atividade contínua até dezembro de 2030, acrescentando US$ 569 milhões líquidos ao balanço da prestadora de serviços. O documento assinado prevê uma cláusula de rescisão antecipada que pode ser acionada a partir do 910º dia após o início do prazo estendido.

Classificada como um equipamento de sétima geração equipado com posicionamento dinâmico, a embarcação possui capacidade técnica para atuar em lâminas de água de até 12 mil pés e realizar perfurações que atingem 40 mil pés de profundidade. As operações seguirão sem qualquer período de transição. O cronograma exige a modernização do sistema de perfuração com pressão gerenciada a partir de 2027, consolidando a relevância da unidade no desenvolvimento contínuo da exploração de petróleo no campo de Búzios, o maior em águas ultraprofundas do mundo, localizado no pré-sal da Bacia de Santos.

Quais são as atribuições das sondas Alpha Star e Gold Star?

A plataforma semissubmersível Gold Star teve seu contrato ampliado por dois anos e dez meses, assegurando atividades ininterruptas até dezembro de 2028. Esta extensão injeta US$ 266 milhões na carteira de negócios. O planejamento logístico contempla a execução de serviços integrados de riser de coluna de perfuração, fornecendo suporte direto a intervenções em poços e operações estruturais de abandono. As notas fiscais emitidas até o fim de 2027 terão seus pagamentos efetivados apenas em janeiro de 2028.

Paralelamente, a unidade Alpha Star garantiu uma renovação com prazo de dois anos e dez meses, garantindo operações até dezembro de 2030. O acordo referente a esta sonda representa um acréscimo de US$ 300 milhões líquidos. O compromisso engloba a implementação de inovações tecnológicas direcionadas à ampliação da segurança das equipes no piso de perfuração, exigência de modernização que também se estenderá às instalações da Brava Star.

Ambas as estruturas, Alpha e Gold Star, pertencem à sexta geração de sondas semissubmersíveis projetadas para águas ultraprofundas, operando em até nove mil pés de lâmina de água e perfurando até 25 mil pés. Sobre o desfecho das negociações, o executivo da empresa ressaltou a natureza cooperativa das tratativas comerciais com a estatal.

O acordo reflete uma negociação disciplinada e colaborativa com a Petrobras e evidencia a importância estratégica da nossa frota de semissubmersíveis dentro do portfólio da companhia, apoiando a execução do plano de negócios da Petrobras com foco em segurança, confiabilidade operacional e tecnologia avançada.

Para resumir os prazos e valores das unidades de perfuração afretadas no novo acordo operacional:

  • Navio-sonda Brava Star: extensão de quatro anos, operação até 2030 e adição de US$ 569 milhões.
  • Sonda semissubmersível Gold Star: extensão de dois anos e dez meses, operação até 2028 e adição de US$ 266 milhões.
  • Sonda semissubmersível Alpha Star: extensão de dois anos e dez meses, operação até 2030 e adição de US$ 300 milhões.

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