No Dia Mundial da Justiça Social, celebrado em 20 de fevereiro de 2026, o Conselho Federal de Economia (Cofecon) reafirmou seu compromisso com a redução das desigualdades e a promoção de um modelo de desenvolvimento inclusivo. De acordo com informações do Cofecon, a justiça social não se limita ao crescimento econômico, mas requer políticas públicas estruturantes que enfrentem desigualdades históricas e promovam inclusão e bem-estar social.
Quais são os desafios enfrentados pelo Brasil?
O Brasil enfrenta múltiplas desigualdades que se manifestam de forma interconectada, abrangendo renda, educação, emprego e acesso a serviços públicos. O Cofecon destaca que combater essas desigualdades exige um Estado ativo e políticas públicas consistentes. A Comissão Ações para Redução da Concentração de Renda e Desigualdade Social no Brasil atua nesse campo, promovendo equidade e inclusão social.
Qual é o papel dos economistas na justiça social?
A atuação dos economistas é vista como estratégica na formulação e implementação de políticas públicas voltadas à redução das desigualdades. O Cofecon enfatiza a importância de uma atuação técnica, ética e socialmente comprometida para construir modelos de desenvolvimento que priorizem a justiça social.
Como o Cofecon planeja promover a inclusão social?
O Cofecon está comprometido com uma agenda que integra economia, direitos e transformação social, orientada pela Campanha pela Redução da Desigualdade no Brasil. Autarquia federal de representação da profissão, o Cofecon reúne o sistema dos conselhos de economia e atua em pautas ligadas ao exercício profissional e ao debate econômico no país. A entidade busca colocar a vida, a dignidade humana e o bem-estar coletivo no centro das decisões econômicas.
“A justiça social requer o enfrentamento de todos os tipos de desigualdade”, afirmou a presidenta do Cofecon, Econ. Tania Cristina Teixeira.
Fonte original: Cofecon.



