Caso de hipnose fatal em escola da Flórida vira tema de documentário - Brasileira.News
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Caso de hipnose fatal em escola da Flórida vira tema de documentário

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Um caso perturbador envolvendo a morte de três estudantes da North Port High School, na Flórida, Estados Unidos, foi revisitado em um episódio da série documental The Curious Case Of…, que estreou no Canal ID em 16 de fevereiro. De acordo com informações do Metrópoles, o então diretor da escola, Dr. George Kenney, hipnotizou mais de 70 pessoas, incluindo alunos, sem possuir licença de hipnoterapeuta.

Quais foram as consequências das sessões de hipnose?

Os métodos de Kenney, que visavam melhorar o desempenho acadêmico e atlético dos estudantes, resultaram tragicamente na morte de três alunos em 2011. Marcus Freeman, Wesley McKinley e Brittany Palumbo faleceram após sessões de hipnose com o diretor. Freeman, de 16 anos, morreu em um acidente de carro em março de 2011, após uma consulta ao dentista. McKinley, também de 16 anos, tirou a própria vida em abril de 2011, um dia antes de uma audição para a escola de música Juilliard. Palumbo, de 17 anos, foi encontrada morta em maio de 2011, após tentar melhorar suas notas no SAT com a ajuda da hipnose.

Como o diretor justificou suas ações?

No documentário Look Into My Eyes (2023), Kenney revelou que seu interesse por hipnose começou na adolescência e que decidiu aplicar a prática na escola após um curso de cinco dias em 2009. Ele afirmou:

“Foi um treinamento excelente. Senti que fui eficaz e que tinha conhecimento do que estava fazendo”

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. Apesar disso, ele não possuía licença para realizar hipnose, e suas sessões eram documentadas em vídeo, com autorizações assinadas pelos pais dos alunos.

Quais foram as repercussões legais do caso?

Após a morte de Palumbo, o conselho escolar da região contratou uma agência para investigar Kenney, que renunciou ao cargo em junho de 2012. Ele foi condenado a seis meses de liberdade condicional e 50 horas de serviço comunitário. Além disso, o conselho escolar enfrentou uma ação judicial movida por uma associação de pais, resultando em uma indenização de US$ 200 mil às famílias das vítimas.

Fonte original: Metrópoles



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