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CAPES lança programa para fortalecer pós-graduação na Amazônia Legal

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O Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) na Amazônia Legal foi lançado nesta segunda-feira, 6 de dezembro, pelo Ministério da Educação (MEC) e pela CAPES, durante a 18ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. A iniciativa busca integrar saúde, biodiversidade, gestão sustentável, agricultura e novas tecnologias educacionais na região. De acordo com informações da CAPES, a revista CAPES em Foco destacou 26 matérias sobre esses temas.

Qual é o impacto do PDPG na Amazônia Legal?

Hamilton Mourão, vice-presidente da República, destacou a importância do programa ao afirmar que “ao fomentar pesquisas voltadas aos problemas e às oportunidades que a região Amazônica apresenta, o PDPG na Amazônia Legal, promovido pela CAPES, se configura como mais uma importante ferramenta para a sociedade brasileira conhecer e se aprofundar nas principais questões que envolvem a região e somar esforços na sua preservação, proteção e desenvolvimento sustentável”. Mourão acredita que os resultados do PDPG contribuirão para a retenção de talentos e a redução das desigualdades sociais na região.

Quais são os objetivos do programa?

Milton Ribeiro, ministro da Educação, explicou que “o PDPG na Amazônia Legal tem como metas ajudar a desenvolver a pesquisa científica e a formação de pessoal de nível superior, diminuir as desigualdades regionais, criar novos núcleos de produção acadêmica e científica, e elevar o desempenho dos cursos de pós-graduação”. Cláudia Queda de Toledo, presidente da CAPES, reiterou o compromisso com o combate às desigualdades no país, afirmando que “o desenvolvimento igualitário das regiões brasileiras afeta diretamente a vida das pessoas que nelas vivem”.

Quais são as áreas estratégicas e investimentos do programa?

A Amazônia Legal, que cobre 59% do território brasileiro e inclui nove estados, será o foco do programa que oferecerá 488 bolsas de estudo: 130 para mestrado, 90 para doutorado e 268 para pós-doutorado. O investimento em cada projeto pode chegar a R$ 627,2 mil, com R$ 200 mil destinados ao custeio. As áreas estratégicas incluem Biotecnologia, Biodiversidade, Conservação e Recuperação Ambiental, Saúde Pública, Doenças Tropicais, Tecnologias para o Trabalho em Saúde, entre outras.

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Fonte original: CAPES



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