O BNDES formalizou nesta terça-feira, 31 de março de 2026, uma parceria com o Parque Tecnológico da UFRJ, no Rio de Janeiro, para apoiar o desenvolvimento de soluções em tecnologia da informação com uso do ecossistema de empresas e laboratórios da universidade. O acordo, segundo o texto original, marca a primeira iniciativa do banco desse tipo na área de TI e busca aproximar a instituição de campos na fronteira do conhecimento, como inteligência artificial, blockchain e computação quântica.
De acordo com informações do Monitor Mercantil, a assinatura permitirá ao banco recorrer à estrutura do parque para identificar, entre mais de 100 laboratórios da UFRJ, aqueles mais adequados às demandas da instituição. A proposta é conectar necessidades do BNDES a competências acadêmicas e técnicas já instaladas no ambiente universitário. O BNDES é o banco público federal de fomento vinculado ao governo federal, enquanto a UFRJ é uma das principais universidades públicas do país, com forte atuação em pesquisa científica e tecnológica.
O que prevê a parceria entre BNDES e Parque Tecnológico da UFRJ?
A partir do acordo, o Parque Tecnológico da UFRJ deverá atuar como ponte entre o BNDES e os laboratórios da universidade, facilitando a busca por soluções em tecnologia da informação. O parque funciona na Ilha do Fundão, na zona norte do Rio de Janeiro, onde está instalado o principal campus da universidade. Entre os temas citados estão áreas consideradas de ponta, como:
- inteligência artificial;
- blockchain;
- computação quântica.
Segundo o texto de origem, a expectativa é que a cooperação beneficie não apenas o banco, mas também o próprio parque e as empresas que integram esse ecossistema, ao estimular novas interações e ampliar a aplicação prática do conhecimento desenvolvido nesse ambiente.
O conteúdo informa ainda que, ao apoiar a busca por soluções com recursos tecnológicos avançados, o banco contribui para o desenvolvimento de conhecimento e de pessoal qualificado para o uso dessas ferramentas no Brasil e no exterior. A reportagem original não detalha metas, cronograma ou valores específicos ligados ao novo acordo.
Como o BNDES descreveu a importância da aproximação com a UFRJ?
A diretora Helena Tenório, que representou o BNDES na assinatura, associou a parceria à estratégia de tecnologia da informação da instituição e à ampliação da inovação aberta no banco.
“A aproximação com a UFRJ é um passo estratégico para a TI do BNDES. Através dessa ponte com a academia, vamos acelerar o desenvolvimento de respostas reais para os nossos desafios cotidianos, oxigenando nossa cultura interna e consolidando a inovação aberta como a principal alavanca para os negócios da nossa instituição”.
Helena Tenório também afirmou, de acordo com a publicação, que o banco intensificou os investimentos em inovação corporativa ao longo da última década por entender que a tecnologia da informação vem transformando os negócios. Na mesma linha, ela relacionou essa necessidade de aproximação ao avanço de ferramentas como inteligência artificial, blockchain e computação quântica.
“O banco vem investindo mais em inovação corporativa na última década, por entender que a tecnologia da informação está transformando negócios. Hoje, com tecnologias como inteligência artificial, blockchain e computação quântica, a necessidade de aproximação entre negócio e TI é cada vez maior”.
Quais números sobre apoio à inovação foram citados?
O texto informa que, ao longo dos últimos três anos, o banco ampliou em cerca de cinco vezes seu apoio à inovação na comparação com o quadriênio anterior. Os valores mencionados foram os seguintes:
- entre 2019 e 2022: R$ 7,1 bilhões;
- entre 2023 e 2025: R$ 35,6 bilhões.
Esses números aparecem no contexto da ampliação do apoio do BNDES à inovação. A reportagem original, porém, não apresenta a metodologia usada para a comparação nem detalha quais linhas, programas ou operações compõem esses montantes.
Qual foi a avaliação do Parque Tecnológico da UFRJ?
Romildo Toledo, diretor do Parque Tecnológico da UFRJ, afirmou que a entrada do BNDES fortalece o ambiente de conexão entre empresas, centros de pesquisa e competências acadêmicas reunidas no parque.
“O Parque Tecnológico da UFRJ atua como uma plataforma de conexão entre diferentes competências. A presença do BNDES fortalece esse ambiente e amplia nossa capacidade de desenvolver soluções para desafios complexos do país e para o BNDES, essa integração com o nosso ecossistema, representa uma oportunidade de atuação mais próxima da geração da inovação”.
Criado em 2003, o Parque Tecnológico da UFRJ reúne empresas de diferentes portes, centros de pesquisa e laboratórios da universidade. Inserido em um complexo acadêmico e científico de grande porte, o espaço é apresentado no texto como um ambiente de conexão entre conhecimento e mercado para o desenvolvimento de soluções voltadas a desafios estratégicos.


