Walmart, o gigante do varejo, está intensificando a automação de seus centros de distribuição regionais nos Estados Unidos e começando a implementar melhorias tecnológicas internacionalmente. De acordo com informações do Supply Chain Dive, a automação da cadeia de suprimentos tem sido uma prioridade para a empresa nos últimos anos, visando gerenciar melhor dois de seus maiores custos: inventário e mão de obra.
Como a automação está impactando o Walmart?
O Walmart implantou sensores de rastreamento de inventário que fornecem alertas automáticos e equipou centros de distribuição com robótica para aumentar a capacidade e a velocidade de envio. No quarto trimestre, o inventário global do Walmart aumentou 2,6% em relação ao ano anterior, cerca de metade da taxa de crescimento de suas vendas, um número impressionante auxiliado pela automação, conforme afirmou Furner. A visibilidade do inventário nas lojas também melhorou com o uso da tecnologia.
Qual é o papel das lojas na cadeia de suprimentos?
As lojas estão desempenhando um papel crescente como nós de atendimento na cadeia de suprimentos do Walmart, já que sua proximidade com os clientes permite velocidades de entrega mais rápidas para pedidos online. No quarto trimestre, o Walmart entregou 35% dos pedidos atendidos pelas lojas em menos de três horas. “Dando um passo atrás, quando olho para a empresa hoje, é um portfólio de negócios ancorado no crescimento, especialmente nossos canais digitais com ênfase em ter o inventário próximo ao cliente para maximizar nossa velocidade de entrega”, disse Furner.
“Mais de 1 milhão de associados apenas nos EUA têm dispositivos portáteis, e eles estão usando visão computacional para mapear nosso inventário, saber o que temos, saber exatamente onde está e como é implantável”, afirmou Furner.
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Fonte original: Supply Chain Dive


