A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmou nesta terça-feira (3.mar.2026) que a instalação nuclear de Natanz, no Irã, utilizada para enriquecimento de urânio, sofreu danos durante os recentes ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel. De acordo com informações do Poder360, a agência da ONU identificou impactos em edifícios de entrada da usina subterrânea, com base em imagens de satélite. A instalação já havia sido alvo de um ataque anterior em junho de 2025. Apesar dos danos, a AIEA assegura que não há risco de vazamentos radioativos.
O Irã informou que Natanz foi atingida no domingo (1º.mar.2026). O embaixador iraniano junto à AIEA, Reza Najafi, declarou na segunda-feira (2.mar) que forças norte-americanas e israelenses teriam atingido “instalações nucleares pacíficas e protegidas”. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a extensão dos danos materiais ou informações sobre possíveis vítimas.
Najafi destacou que a usina de Natanz é uma das principais estruturas do programa nuclear iraniano. A AIEA, por sua vez, comunicou que “não se esperam consequências radiológicas e nenhum impacto adicional foi detectado na própria Usina de Enriquecimento de Combustível”.
Quais foram os danos identificados pela AIEA na usina de Natanz?
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmou danos em edifícios de entrada da usina subterrânea de Natanz. A confirmação foi feita através da análise de imagens de satélite, que revelaram os impactos dos ataques recentes.
Há risco de vazamento radioativo após os ataques?
Não. A AIEA garantiu que, apesar dos danos na usina de Natanz, não há risco de vazamentos radioativos. A agência também afirmou que não foi detectado nenhum impacto adicional na Usina de Enriquecimento de Combustível.
Qual a importância da usina de Natanz para o programa nuclear do Irã?
O embaixador iraniano junto à AIEA, Reza Najafi, enfatizou que a usina de Natanz é uma das principais estruturas do programa nuclear do país. A instalação é utilizada para o enriquecimento de urânio, um processo fundamental para a produção de combustível nuclear e, potencialmente, para armas nucleares.
